NAP (Network Access Point): O que é ele e como pode te ajudar?

Você já parou para pensar em como os detalhes por trás da conectividade corporativa impactam no desempenho de rede e na estratégia do negócio?

De fato, muitas pessoas não conhecem quais são os fatores que influenciam ou não em sua conectividade. Para as empresas, entender esses conceitos é essencial — em especial e de maneira positiva o NAP (Network Access Point).

Afinal, a Internet que abastece a rede do seu negócio (geralmente) não sai do provedor (ISP) e conecta em sua empresa de maneira direta.

Na verdade, esse é um caminho com diferentes variáveis. Tudo depende não apenas das possibilidades geográficas do local, mas das empresas provedoras do serviço e das tecnologias que utilizam.

O NAP (Network Access Point) é uma ótima possibilidade que as empresas de Telecomunicações encontraram para viabilizar a conexão para seus clientes, ampliando seu alcance sem perder a qualidade de conexão com Internet.

Mas como isso influencia na conectividade de Internet das organizações?

Contar com um local de NAP (Network Access Point) potencializa a variedade e o desempenho de suas conexões e a interconexão com os seus Data Centers, como é o caso dos clientes da Ascenty.

Porém, antes de tudo, é preciso compreender mais profundamente do que se trata este conceito e seus benefícios para as companhias. Continue a leitura para aprender mais a respeito do assunto!

NAP (Network Access Point): o que é e como funciona?


O NAP (Network Access Point) é um ou mais locais com alto nível de conectividade e diversas opções de acesso aos principais Carriers e conteúdo. Nele, diferentes provedores (ISPs) e empresas de telecomunicações montam seus POP’s (Point of Presense ou ponto de presença), fazendo com que qualquer empresa facilmente possa utilizar seus serviços de conectividade.

A interconexão dessas linhas e empresas permite que os clientes possam alcançar qualquer local do Globo por meio das conexões providas no NAP.

Quais os pontos que identificam um NAP (Network Access Point)?

  • Carrier Neutral (Portas abertas e neutralidade para com as operadoras);
  • Facilidade e baixo custo para contratação de Cross Conexão ou Golden Jumper;
  • Presença de diversas operadoras nacionais e internacionais;
    Pontos de troca de tráfego (IX.br);
  • Provedores de conteúdo;
  • Presença dos principais Cloud Service Providers do Mercado (Amazon, Microsoft, Oracle, Google, IBM Cloud). 

Por que a sua empresa precisa de um NAP (Network Access Point)?


Toda e qualquer empresa que tenha como estratégia a adoção do alcance regional, global, crescimento vertical para os ambientes de TI, adoção de ambientes híbridos, ambientes multicloud ou até interconectar seus ambientes com múltiplos fornecedores, parceiros ou prestadores de serviços devem fazer parte de um NAP (Network Access Point),  afinal  é o local ideal para que possam alcançar seus objetivos de conectividade e crescimento de forma simplificada e rápida .

Por ser um ponto com muitas opções de conectividade, também traz o conceito de extrema flexibilidade para se adaptar a estratégia de cada companhia. Ou seja, empresas que precisavam originalmente de conexão com a América do Norte e tiveram um ajuste estratégico, passando a fazer negócios com a Europa, podem facilmente contratar conexões dentro do NAP, muitas vezes contratando um Cross Connect ou Golden Jumper para estrutura de operadoras que atendam esta região.

Por si só, essa característica do NAP aumenta consideravelmente a qualidade e variedade da conexão como um todo, normalmente também são reconhecidos pelo alto volume de informações trafegadas e pela alta quantidade de empresas que fazem parte deste local.

Para quem paga caro na conexão com a internet, em conexões internacionais ou em interconexão, essa solução é perfeita. O NAP barateia os custos e oferece uma conexão poderosa e de baixa latência.

Além disso, o ambiente de interconexão promove um ecossistema para que as redes corporativas não se mantenham apenas estáveis, mas sejam escalonadas. E para que isso ocorra, é preciso muito mais que apenas conectividade, mas disponibilidade full time, algo que o NAP (Network Service Point) fornece.

Em geral, o NAP (Network Access Point) é a solução essencial para empresas que buscam alto nível de padrão de qualidade da conectividade.

Benefícios do NAP da Ascenty

A Ascenty está estruturando um NAP (Network Access Point) em São Paulo, para potencializar a conexão de seus clientes.

Além disso, esse ponto contará com uma interconexão com todo o ecossistema da empresa, possibilitando que clientes de qualquer Data Center da Ascenty possam aproveitar dos benefícios da solução e melhorar sua conectividade.

Esse último ponto é possível pois a empresa não exige que os seus clientes montem POP’s físicos dentro dos Data Centers Ascenty, já que está posicionada como Carrier Neutral e viabiliza toda conectividade por meio de integrações e Cross conexões, seja por qualquer operadora ou por sua rede. Este é o melhor caminho para alcançar as principais operadoras, provedores e conteúdo que o mercado possa oferecer e demandar. 

Por que é importante um Data Center e NAP ser Carrier neutral? 

Simplesmente por viabilizar todo nível de conectividade a partir de qualquer operadora, independente de qual for a contratada pela sua empresa.

E-book Interconexão de Nuvens

No caso da estrutura, os clientes de NAP (Network Access Point) da Ascenty também podem contar com a dedicação de uma empresa líder em infraestrutura de Data Centers em toda América Latina.

A excelência em fornecer alto padrão de qualidade na conexão é um dos core business da empresa, que conta com rede própria de fibra óptica, além de mais de 60 provedores espalhados pelo Brasil.

Precisa melhorar a qualidade da sua conexão, agregando redundância e mais segurança para seus dados? Converse agora mesmo com um dos nosso especialistas e entenda como a solução NAP (Network Access Point) pode resolver os seus problemas de conectividade!

Ascenty inaugura 14º data center no Brasil, o maior da América Latina

A Ascenty, empresa líder no mercado de data centers com foco na América Latina, inaugura o maior data center da América Latina no município de Vinhedo, interior de São Paulo. O projeto audacioso contou com aporte de R$ 500 milhões na primeira fase de construção, apresenta 40 mil m² de área e 40 MVA de energia total, distribuídos em cinco infraestruturas.

O data center de Vinhedo é o décimo quarto da companhia a entrar em operação no Brasil e integra os expressivos investimentos da Ascenty no mercado latino-americano. “O setor de data centers segue em alto crescimento e será impactado pelo advento de novas tecnologias, como o 5G, além da necessidade de os dados estarem próximos dos usuários finais. Esse movimento será desafiador e, ao mesmo tempo, oportuno para expandirmos ainda mais nossas operações. Os anúncios desse mega data center em Vinhedo e de nossa primeira unidade no Chile são resultados de um mercado promissor e com alta demanda na região”, comenta Pablo Campagnac Vice-presidente de novos negócios da Ascenty.

Além da alta qualidade das infraestruturas dos data centers, a Ascenty também aposta na excelência da conectividade entre todos os ambientes, com alta resiliência e baixa latência, por meio de uma rede de fibra óptica proprietária, que une os data centers aos principais cloud providers do mundo.

“Por meio da rede de mais de 4.500 km, conseguimos conectar não apenas os clientes que estão instalados em nossos 14 data centers em operação, mas também empresas que ainda armazenam os dados dentro de casa. Fezemos isso de forma rápida, simples e com muita segurança. Esse é o motivo pelo qual nos tornamos parceiros Premium de cloud connect de empresas como Amazon, Microsoft, IBM, Google e Oracle”, ressalta Pablo Campagnac Vice-presidente de novos negócios da Ascenty.

Sobre a Ascenty

A Ascenty, uma empresa Digital Realty e Brookfield, é a maior provedora de data center da América Latina, com 18 data centers atualmente em operação e construção, interconectados por 4.500 km de rede de fibra óptica proprietária. A companhia foi fundada em 2010 e se concentra na construção e operação de data centers de classe mundial, atendendo a algumas das maiores empresas de tecnologia do mundo. Para apoiar seu projeto de expansão, a Ascenty conta, hoje, com investimento estratégico da Brookfield, uma das maiores gestoras de ativos do Brasil nos segmentos de infraestrutura e private equity. E, com a Digital Realty, agrega expertise à sua performance ao integrar uma rede global de mais de 210 data centers localizados em toda a América do Norte, Europa, América Latina, Ásia e Austrália. 

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IX: o que é e como funciona?

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A Internet é um serviço essencial na vida corporativa, porém, poucas pessoas sabem realmente como funciona a sua estrutura. Diferentemente do que muitos imaginam, a web não é uma rede única, que funciona de forma centralizada, por exemplo. A Internet é um conjunto de redes que se interligam de forma autônoma. Assim, uma das soluções utilizadas para realizar essa ligação é o PTT/IX. 

De PTT para IX: a mudança de nomenclatura 

Recentemente, o termo PTT (Ponto de Troca de Tráfego) foi substituído por IX (Internet Exchange). O objetivo dessa mudança foi padronizar a nomenclatura brasileira para que ela ficasse de acordo com os padrões internacionais.

No país, a coordenação do IX é realizada pelo CGIbr, enquanto a operação é feita por organizações sem fins lucrativos habilitadas tecnicamente, que estabelecem os requisitos necessários de arquiteturas e gerência das interconexões.


IX: o que é?

De maneira resumida, um Internet Exchange, ou simplesmente IX, é um local físico através do qual as empresas de infraestrutura da Internet, como provedores de serviços de Internet (ISPs) e empresas com AS (Autonomous System), se conectem umas com as outras. 

Os IX estão na “ponta” de diferentes redes e permitem que os provedores de serviços na internet compartilhem o tráfego fora de sua própria rede, por exemplo. 

Ou seja, ao ter uma presença dentro do IX, as empresas podem encurtar seu caminho para o trânsito proveniente de outras redes participantes dessa solução, reduzindo assim a latência, melhorando o tempo de transferências de dados e potencialmente reduzindo custos operacionais.

Como funciona um IX?


Assim como vimos anteriormente, a Internet funciona como uma interconexão de várias redes, com o IX fazendo esse papel de conectar os provedores. Ou seja, além de estar localizado em um ambiente físico, ele é um recurso interessante para tornar a interconexão mais eficaz.

O IX também funciona como uma espécie de HUB, nos qual os provedores de serviços de internet conectam os seus ambientes. Ao final, com ele, todo o tráfego de dados é realizado de modo mais rápido e com menos custos de internet.

Quanto mais bem estruturado for o IX, maior será a velocidade e quantidade de dados transferidos na rede. Ou seja, isso é ótimo para a eficiência da conexão dos dispositivos conectados a ela.

No IX, a conexão pode variar de poucos Megabits por segundo a muitos Terabits por segundo. Independentemente do tamanho, o objetivo principal do IX é garantir que muitos roteadores de redes estejam conectados de maneira rápida e eficiente.

Por que o IX é importante? 

Os provedores que utilizam a solução de IX contam com inúmeros benefícios, incluindo redução de custos, economia de banda e maior velocidade de tráfego, por exemplo.

Além dessas vantagens, os provedores têm a oportunidade de ofertar conexões para outros provedores de acesso, facilitando a conexão de empresas que estão localizadas longe do IX. Dessa forma, o IX funciona como um excelente recurso para aumentar o desempenho da conexão de internet no país inteiro, bem como aumentar o ROI dos provedores de acesso.

Vale a pena lembrar que para conseguirem acessar o IX, os provedores de Internet precisam de uma empresa que ofereça um Data Center PIX (ponto de interconexão), como é o caso da Ascenty, por exemplo. O PIX da Ascenty tem a vantagem de otimizar o caminho pelo qual os dados fluem dentro da rede.

PIX: A solução IX da Ascenty 

A conexão PIX da Ascenty fornece um vínculo direto entre as redes dos principais ISPs e empresas com AS, facilitando a troca de informações e tráfego entre elas. A conexão Ascenty junto ao IX agrega os serviços de conectividade com mais de 4.500 km de fibra óptica própria em toda a Região Metropolitana de São Paulo e Fortaleza. 

Essa característica traz importantes vantagens competitivas para a sua empresa, como o aumento da velocidade de conexão entre os provedores e a redução do consumo de banda de internet. O resultado é um acesso ainda mais rápido e a custos muito menores para o negócio. 

Ficou interessado nesses benefícios ou deseja saber mais a respeito do IX? Entre em contato conosco e converse com um dos nossos consultores para saber como essa solução pode melhorar o seu tráfego! Estamos dispostos a ajudá-lo. 

Como realizar a implementação de colocation da forma correta

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Antes de partir para a implementação de colocation, a empresa deve conhecer bem o tipo de serviço que está contratando, incluindo a prestadora do serviço e quais os pontos do contrato que devem ser levados em conta.

Afinal, o colocation é um serviço que lida com um dos principais ativos das empresas: os dados. Ao hospedar seus servidores da infraestrutura de data centers no local da prestadora, a empresa confia que a qualidade de conexão, segurança e estabilidade serão garantidos.

Alcançar esse patamar, porém, depende de um processo repleto de etapas. A implementação do colocation pode ser um sucesso e promover a redução de custos, além de oferecer mais eficiência operacional e segurança para sua infraestrutura de data centers.

Neste artigo, iremos explicar como realizar a implementação do colocation e quais pontos você e sua equipe devem prestar atenção antes de assinar o contrato. Confira!

A importância do contrato

Que o contrato é um fator importante para a contratação de qualquer serviço, nenhum gestor tem dúvidas. O fato é que, no caso da implementação de colocation, um ponto do documento faz toda a diferença: o SLA ofertado.

O Service Level Agreement está presente em praticamente todos os contratos de serviço. O termo diz respeito ao nível de serviço acordado entre contratante e contratada, detalhando direitos, responsabilidades e deveres de ambas as partes.

O objetivo do SLA na implementação de colocation é tornar todo o processo transparente, padronizando a entrega de serviços. Assim, fica mais fácil para que ambas as partes auditem, cobrem e corrijam eventuais falhas ou incongruências, seguindo o documento como base.

Por isso, ao considerar a implementação de colocation, procure por prestadoras com SLAs que priorizem a eficiência da entrega e que seja flexível o bastante para se adaptar ao planejamento do negócio.

Essa é um dos pilares da Ascenty, por exemplo. A maior empresa de infraestrutura de data centers da América Latina oferece SLAs que garantem a operação de seus clientes todos os dias. Na verdade, os índices de entrega da Ascenty são os mais altos do país, se considerarmos empresas da área de infraestrutura e colocation.

Implementação de colocation: os desafios

Além do contrato, há outros desafios que permeiam a implementação do colocation. Afinal, é um processo que altera toda a infraestrutura de TI da sua empresa, afetando a maioria das operações diárias. Confira alguns desses desafios e saiba como se preparar:

Definir as prioridades do serviço contratado

Um dos primeiros desafios é entender, de forma completa, quais as necessidades da sua infraestrutura de data center e o nível de serviço necessário para que ela opere.

Dessa forma, você vai poder encontrar a prestadora ideal, que tenha experiência com demandas como a sua, e poderá começar as negociações.

A Ascenty é uma das principais empresas do ramo de colocation, com data centers em várias cidades e um sistema de redundância que garante a segurança, alto nível de conectividade e controle do processo e prazo de Delivery.

Medir a disponibilidade do ambiente e monitorar o cumprimento dos SLAs

Visualizar a eficiência do colocation é essencial para que a empresa e toda diretoria entenda a importância da infraestrutura alugada e como ela faz diferença nas suas operações.

Por isso, crie formas de medir essa performance. Assim, sua empresa terá como saber quais os pontos fortes e oportunidades de melhoria dos serviços de colocation, além de ter como monitorar o cumprimento dos SLAs

Fique de olho nas metas de desempenho acordadas e na qualidade de entrega, registrando número de falhas identificadas e a velocidade da prestadora no atendimento e resolução de problemas. Além disso, registre o cumprimento de prazos do contrato.

Algumas dessas métricas podem ser medidas utilizando softwares de gestão de SLAs, que monitoram o ambiente como um todo, captando os dados sobre o serviço e detalhando em um relatório completo. Também há CRMs que oferecem funcionalidades em suas plataformas para monitoração de determinados pontos contratuais.

Preparar o orçamento para comportar os custos de toda implementação

A implementação de colocation é um processo repleto de etapas delicadas, como o moving do seu ambiente de T.I. Portanto, é necessário que você e sua equipe tenham detalhados as etapas, cronogramas e os custos de cada movimentação.

Além do moving, lembre-se de contar com a equipe de especialistas que devem monitorar o processo de implementação. Outro custo a considerar é o “ambiente bolha”, um local temporário e preparado para manter seu ambiente operacional durante a transição, garantindo que a produtividade da empresa não seja interrompida.

Treinar a equipe para lidar com o novo modelo de data center

Busque realizar treinamentos para que todos se habituem com as mudanças de uso e de segurança que forem incorporados. Também é importante integrar os líderes dos setores de forma mais aprofundada, se possível em reuniões com o provedor de serviços.

Passo a Passo para a implementação do colocation

Agora, você deve entender como se desenrola o processo de implementação de colocation, partindo da contratante para a prestadora do serviço, e então para os momentos após a migração. Confira!

Cuidados do cliente

Ao cliente, cabe avaliar sua própria infraestrutura, realizando uma revisão tanto no data center como nos hardwares. Afinal, cabos, trilhos, interfaces, enfim, tudo será movido. Busque atualizar os softwares, realizar backups, realizar testes de integridade de Hardware, fazer um boot de validação no ambiente acompanhado do fabricante dos equipamentos, assim, você assegura a integridade dos dados contra qualquer imprevisto.

Vale ressaltar a importância de checar e garantir que todos os cabos elétricos e conectores sejam adequados ao padrão disponibilizado pelo Data Center, afinal os detalhes podem contar muito em um processo de moving.

Nesse momento, sua equipe também pode sugerir formas de otimizar os equipamentos através de uma nova disposição.

Combine com a prestadora uma data que melhor se encaixe no seu calendário de exigências. Por exemplo, se a sua empresa vende roupas infantis, talvez seja bom evitar que a implementação ocorra próxima ao dia 12 de outubro ou 25 de dezembro.

Cabe também ao cliente montar estratégias de contingência para que seus sistemas não sofram com falhas ou panes durante o moving. Uma alternativa é montar um “ambiente bolha” para garantir a produtividade da sua empresa durante a implementação. 

Cuidados do prestador de serviço de colocation

Um prestador de serviço de colocation já deve ter sua estrutura e equipe preparada para receber os equipamentos do cliente. A partir de então, é preciso um esforço operacional para posicioná-los nos racks, fazer as ligações com cabos, suportes e conexões.

Um dos pontos fortes de boas empresas prestadoras de colocation é o prazo. A Ascenty, por exemplo, prioriza esse ponto e garante um prazo otimizado e realista em relação às concorrentes, agilizando a normalização da sua operação.

Cuidados pós migração

É hora de realizar os testes para garantir que a implementação de colocation obteve sucesso.

Uma alternativa é designar alguns profissionais para que permaneçam no data center, a fim de garantir uma estabilidade inicial no processo e ajudar em casos de falhas.

No entanto, algumas prestadoras do serviço disponibilizam uma equipe especialista para cumprir essa função e manter seu ambiente estável e eficiente. 

A implementação de colocation pode ser a solução que sua empresa precisa para melhorar as operações diárias e reforçar a segurança dos seus dados. Dessa forma, fica mais fácil alcançar melhores resultados!

Que tal contar com a Ascenty para realizar esse passo em busca de um futuro promissor? A maior empresa de Infraestrutura de Data Centers da América Latina possui expertise e capacidade técnica para ajudá-lo no colocation. Ficou interessado? Venha falar conosco!

7 vantagens que o colocation traz para a sua empresa

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Você sabia que, de acordo com a Research and Markets, até o fim de 2021 o mercado de Colocation deve chegar a US$ 55 bilhões? E mais: tendo uma taxa de crescimento anual de 14%? Isso se deve aos diversos benefícios do colocation, tais como a redução de custos, segurança, infraestrutura de topo etc. 

Mas antes de entender sobre eles, você sabe o que é o colocation? Esse serviço, também conhecido como housing, é basicamente um aluguel de infraestrutura. Nele, a sua empresa terá um data center de alto nível para instalar os seus servidores e manter os seus dados sem precisar depender de algo interno – e investir nisso.

Isso pode ser ótimo para negócios que devem ter ambientes de TI bem equipados, mas que precisam fazer essa transição rapidamente e com menos gastos possíveis. Afinal, mesmo alocando as informações em um local externo, você ainda poderá controlar seus servidores. É possível até mesmo configurá-los antes de levá-los ao data center.

  E todos esses são apenas alguns dos benefícios do colocation para os empreendimentos atuais. Neste artigo te apresentaremos outras 7 vantagens que todo gerente de TI gostaria de ter. Mas antes, vamos entender um pouco mais sobre os motivos da migração? 

Por que mudar para o colocation?
 

Equipes de TI que trabalham com servidores internos geralmente precisam gastar muito tempo com tarefas operacionais. Afinal, os dados empresariais devem estar bastante seguros e qualquer problema na rede de servidores pode afetar horas (e até mesmo dias!) de trabalho.  

Sendo assim, essas equipes costumam monitorar o data center, fazer manutenções, gerenciar entradas e saídas de equipamentos etc. Com tantos afazeres, não há tempo hábil para pensar em soluções que impactem no cerne do negócio. Logo, o setor deixa de ser estratégico para ser meramente operacional.  

O grande benefício do colocation está nesse ponto: foco no core business do negócio. Como todos os colaboradores do setor não estarão centrados em cuidar dos servidores internos, o seu time pode focar em diversos outros assuntos que sejam realmente relevantes para a empresa. 

 Nesse cenário, o gerente de TI pode direcioná-los para novas estratégias que envolvam Big Data, inteligência artificial, Internet das Coisas etc. A partir daí, essa área poderá propor soluções inovadoras para o empreendimento, aumentando os lucros, a produtividade e diversos outros pontos!  

Os benefícios do colocation
 

Apenas o fato de tornar o setor de TI mais estratégico já é algo altamente relevante para qualquer gerente de TI. No entanto, ainda trazemos mais outros sete benefícios do colocation que certamente elevarão o setor a outro patamar. Veja-os abaixo: 

Redução de custos


Ao migrar todos os seus dados para o colocation, você não precisará se preocupar com a estrutura de servidores internos. Dessa maneira, o seu empreendimento não terá gastos com manutenções, monitoramento, energia elétrica, climatização e diversos outros temas. Afinal, todos eles serão de responsabilidade da empresa terceirizada.

Reposição de hardware mais rápida


Qualquer equipe de TI sofre quando acontece um problema de hardware em um servidor interno. Um dos benefícios do colocation entra justamente nesse ponto, pois a troca de peças é feita de uma maneira muito mais ágil. Afinal, a empresa terceirizada geralmente trabalha com bons fornecedores que enviam produtos rapidamente. 

Mais segurança


Manter os servidores completamente seguros dentro de um empreendimento pode ser uma tarefa difícil, mas não em um serviço de housing. Isso ocorre, pois os locais costumam ter vários pontos de checagem, entrada apenas de pessoas autorizadas, segurança 24h, prevenção a incêndios (com sprinklers a seco, supressão de gás etc.) e diversas outras tecnologias! 

Redundância


A redundância aumenta a segurança citada anteriormente, sendo um dos grandes benefícios do colocation. A partir dela, o seu data center não terá períodos de interrupções a partir do uso de diversas camadas de segurança físicas e lógicas. 

 Além disso, outras tecnologias como sistemas de backup redundantes, nobreaks e geradores próprios costumam estar presentes nos SLAs (Acordo de Nível de Serviço) das empresas terceirizadas. 

Escalabilidade


Pensou em fazer um downgrade ou um upgrade devido às necessidades do seu empreendimento? Bem, com um servidor alocado isso pode ser bastante difícil, mas não com o housing. Nele, você pode pedir mais ou menos recursos a qualquer momento do contrato. E o melhor: pagando apenas por aquilo que for utilizado. 

Suporte constante


Quem trabalha com tecnologia sempre precisa ter um suporte altamente qualificado à disposição. E esse é outro grande benefício do colocation, visto que as empresas terceirizadas estão focadas apenas nesse tipo de serviço. Logo, geralmente oferecem suporte 24h, durante 7 dias por semana para atender os seus clientes caso haja qualquer problema ou dúvida.  

Infraestrutura de topo


Diferentemente de algo interno, o colocation foi feito especificamente para atender diversas instituições que precisam das melhores tecnologias disponíveis no mercado. Sendo assim, o seu negócio terá vantagens como entradas redundantes de fibra ótica, redes com alta conectividade, subestações próprias etc. 

Como você viu neste artigo, o seu setor de TI pode ser muito mais estratégico devido aos diversos benefícios do colocation. Ter soluções como essa a sua disposição é algo que pode mudar o patamar do seu negócio para algo que antes era inimaginável. Que tal começar a pensar nisso? 

Deseja saber como a Ascenty pode te ajudar a encontrar a melhor solução de colocation para a sua empresa? Entre em contato conosco.

Como preparar o seu Data Center para a LGPD

Sem tempo de ler, que tal ouvir nosso artigo?

Estamos na era das redes sociais, da maior interação entre usuários e quando mais informações pessoais, como nome, endereço e e-mail, estão armazenados em bancos de dados. Diante de tudo isso e com base no uso indevido que algumas empresas fazem dessas e de outras informações, em 2018 foi aprovada a LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados). 

Quer entender melhor o que essa é essa lei e como o seu Data Center precisa estar preparado para ela? Então, acompanhe o texto! 

LGPD: o que é


A LGPD é a sigla para Lei Geral de Proteção de Dados. Ela se baseia na regulamentação europeia (GDPR), que utiliza do direito individual para armazenamento e compartilhamento de dados pessoais.  

Atualmente, em diversas ocasiões que fazemos o cadastro para adquirir um item, precisamos informar vários dados pessoais que muitas vezes não fazem diferença para a compra. Segundo essa lei, as empresas não poderão mais vender ou usar indevidamente esse tipo de informação sem que seus clientes saibam. 

Infelizmente, até o momento, muitas companhias ainda vendem esses dados sem a autorização do consumidor, que muitas vezes sofre com ligações, SPAMs, mensagens e outras formas de contatos que não foram autorizados, por exemplo. 

A LGPD (Lei nº 13.709) foi sancionada em 14 de agosto de 2018, porém as penalidades só serão aplicadas em agosto de 2021. No entanto, é preciso se adequar desde já. 

Os benefícios da LGPD

Quando a LGPD entrar em vigor, as empresas que mantêm cadastros de clientes só poderão compartilhá-los com outras companhias, se os usuários autorizem. Caso isso não seja respeitado, elas estarão sujeitas a multas que poderão chegar a R$50 milhões.  

Porém, essa lei também proporciona benefícios para as empresas. Entre eles podemos citar: 

  • Aumento na segurança – uma vez que os dados dos usuários precisam estar seguros, as empresas passam a melhorar esse quesito.
  • Melhora no relacionamento com o cliente – os clientes passam a confiar mais na companhia, já que ela terá que mostrar transparência no uso dos dados.
  • Leads mais qualificados – como os clientes precisarão informar se aceitam ou não receber campanhas da empresa, somente aqueles que têm interesse no serviço vão permanecer na base de dados. 

Esses são alguns entre outros benefícios para as empresas. Agora falando da outra parte beneficiada ─ os consumidores─, eles terão poder de escolha ao ter a possibilidade de dizer se querem ou não que a empresa compartilhe seus dados ou, se querem receber e-mails ou ligações. 

O impacto da LGPD na área de TI das empresas


Com a LGPD, os profissionais da área de Tecnologias da Informação (TI) precisam realizar todos os procedimentos de segurança ao armazenar os dados. Sendo assim, será fundamental a adoção da metodologia Privacy by Design. 

Nela, os profissionais devem trabalhar a proteção de dados pessoais desde a concepção de sistemas. A privacidade precisará ser incorporada na arquitetura. A pessoa titular terá acesso ao gerenciamento dessas informações pessoais e poderá escolher o que fazer com elas.

Preparação de Data Center: essencial para a LGPD


Como já sabemos, um data center é o local onde é feito o armazenamento e gerenciamento de dados de uma empresa. Entre esses dados estão as informações pessoais dos clientes que se cadastraram no sistema de cada empresa. 

 Sendo assim, é importante que os data centers estejam protegidos, seja de danos físicos ou virtuais. A solução para resolver a questão de dano físico é investir em redundância, mesmo que os dados sejam guardados na nuvem e também na segurança física local, com controles e verificação de acesso. 

Porém, quando falamos em segurança contra danos virtuais, é necessário dispor de tecnologias de segurança, como a criptografia de dados e firewalls, por exemplo. Com os arquivos criptografados, torna-se mais difícil a interceptação de alguma informação.  

Por exemplo, em 2018, a empresa Cambridge Analytica coletou e utilizou de forma indevida os dados de 87 milhões de usuários do Facebook. Isso foi feito a partir do teste conhecido como “thisisyourdigitallife”. Nesse caso, os usuários que estavam logados no Facebook e faziam o teste permitiam, sem saber, que a Cambridge coletasse os dados e os usasse da forma que quisesse. 

Outro caso aconteceu com a Uber em 2016. Ela teve 600 mil contas de motoristas e 57 milhões de contas de passageiros roubadas. Para que os dados não fossem utilizados de forma indevida, a empresa pagou ao criminoso 100 mil dólares. Porém, depois a Uber foi multada em 148 milhões de dólares por violação das leis estaduais de notificação de dados, já que ela não relatou o incidente às autoridades. 

Para que ações desse tipo não aconteçam e para que o usuário tenha autoridade sobre suas informações pessoais é que a LGPD foi criada. Assim, em tempos de big data, os dados ficam protegidos e as empresas que processam os dados precisam tomar atitudes para se adaptarem à nova lei. Dessa forma, os data centers precisam utilizar algumas técnicas de segurança para proteger seus dados, incluindo:

Segurança de ponta a ponta 


A segurança deve ser garantida desde a coleta de dados do usuário até a sua destruição ou compartilhamento ─ quando este for aprovado pelo seu titular. Assim, evita-se que haja vulnerabilidades no armazenamento e gerenciamento.  

Atualização da equipe especializada em proteção de dados


Hoje, os data centers já contam com uma equipe especializada em proteção de dados. Porém, ela precisará estudar a lei e adequar a tecnologia de segurança utilizada atualmente no data center para que ele funcione de acordo com a LGPD. 

Dessa maneira, pode ser preciso modificar ou atualizar o modelo de segurança para que as empresas fiquem mais tranquilas quanto à segurança das informações.

Controle de comunicação entre dispositivos


É necessário ter controle de todos os processos e comunicação que ocorrem entre dispositivos. Para isso, devem ser instalados firewalls e equipamentos mais seguros para evitar possíveis ameaças de invasão ou roubo de dados. 

A LGPD vem para atualizar o Marco Civil da Internet, de 2014, que regulava o uso da internet no Brasil. Com ela, os usuários terão mais autonomia sobre suas informações pessoais e as empresas precisarão trabalhar com mais segurança em seus sistemas.  

A atual líder em data centers no Brasil, a Ascenty já conta com dispositivos de acordo com a LGPD. Quer saber como ela pode ajudar a sua empresa? Entre em contato.

Benefícios da Alta Disponibilidade e Baixa Latência

Sem tempo de ler? Escute nosso artigo.

A alta disponibilidade e baixa latência são conceitos muito importantes para um data center. O primeiro diz respeito à capacidade de garantir que a conexão seja utilizada sem nenhuma interrupção, seja por falta de energia, por problemas no hardware ou no software. Já a baixa latência é um conceito sobre o tempo de resposta. Nesse caso, é o tempo gasto para uma mensagem ir de um ponto para o outro. 

Por exemplo, quando solicitamos uma informação de um data center, o tempo que leva para ele responder é chamado de latência. Sendo assim, o melhor é que ocorra uma baixa latência, pois os dados serão enviados rapidamente para quem os está requisitando.

Esses dois conceitos são muito importantes quando falamos sobre data center e redes, pois quando há alta disponibilidade e baixa latência, significa que as respostas serão rápidas, e que ambos recursos de TI estarão funcionando sempre que precisar.

Mas não é só isso! Confira a seguir os principais benefícios da alta disponibilidade e baixa latência para o seu data center.

Os benefícios da baixa latência

Uma conexão de baixa latência depende muito da rede, de roteadores e firewalls, por exemplo. Porém, quando ela ocorre, costuma proporcionar benefícios, principalmente quando envolve os data centers.

 Imagine que sua empresa ofereça um serviço online educacional para o Brasil, por exemplo. Quando os usuários vão acessá-lo, eles querem rapidez, seja para entrar no sistema ou para responder às questões das disciplinas. Sendo assim, a baixa latência vai proporcionar essa agilidade que o serviço tanto necessita. 

Sites como o Google priorizam a baixa latência, pois eles sabem que se houver demora na resposta após um clique, o usuário não vai mais querer acessar aquele site. Então, este é um fator muito importante para manter os usuários satisfeitos e ter uma boa indexação nas buscas.

 A baixa latência também é importante para desenvolvedores, pois eles precisam que os servidores respondam rapidamente aos seus comandos. Além disso, ela é essencial para as empresas em geral, já que elas precisam acessar documentos, aplicações e sistemas no menor tempo possível para garantir a produtividade de seus colaboradores.

Colocation: a importância para o seu negócio

Os benefícios da alta disponibilidade


Já a alta disponibilidade traz outros benefícios muito importantes, tanto para os usuários como para os desenvolvedores. Digamos que um sistema de aluguel de carros tem uma alta disponibilidade, isso quer dizer que ele quase nunca falha ou fica fora do ar. 

 Isso é fundamental, pois a alta disponibilidade proporciona mais credibilidade para os sites e sistemas de empresas. Além disso, evita que dados sejam perdidos durante um processo, por exemplo.

 Já por parte da equipe de desenvolvimento, proporciona maior produtividade. Imagine um time de colaboradores ficar parado durante uma parte do dia porque o servidor ou serviço está indisponível. Com certeza não é nada produtivo para o negócio. 

A importância da baixa latência e da alta disponibilidade para a contratação de um data center


Como se pode ver, a alta disponibilidade e baixa latência são importantes para qualquer empresa ou departamento de Tecnologia da Informação (TI). Afinal, quando esses dois fatores ocorrem, os sistemas não ficam fora do ar, os usuários ficam satisfeitos e a equipe de TI tem maior produtividade. 

Com essas informações em mente, é muito importante analisar bem os benefícios oferecidos ao contratar um data center. É nele que serão armazenados e processados os dados do sistema ou softwares oferecidos por qualquer empresa. Além disso, como já percebemos, as informações devem estar sempre disponíveis e acessíveis com rapidez.

Em relação à alta disponibilidade, outro cuidado que deve ser tomado na hora da contratação de um data center está relacionado com sua redundância. 

Além disso, o data center deve ter o suporte de gerador de energia e é necessário que ele tenha pelo menos duas opções de conexão de internet, por exemplo.

No Brasil, nós somos o líder em serviços de data center, além de oferecemos soluções de conectividade de baixa latência e alta disponibilidade. 

 Por termos vários data centers espalhados por três estados brasileiros (São Paulo, Rio de Janeiro e Ceará), as empresas podem escolher aquele que fica em uma localização mais estratégica para o seu negócio.  

Todos os nossos Data Centers oferecem o padrão internacional Tier III e estão interligados via fibra óptica. Isso garante rapidez e alta capacidade de conectividade entres os sites e os principais provedores na nuvem do mundo. 

Caso queira saber mais sobre os nossos serviços de Data Centers, entre em contato conosco para agendar uma reunião.

Qual a importância e como realizar um plano de Disaster Recovery para a sua empresa?

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Hoje em dia, grande parte das empresas usam a Tecnologia da Informação para processar dados com maior rapidez e eficiência. Uma equipe de trabalho faz uso de e-mail, de Cloud Computing e de outras ferramentas digitais, no dia a dia, por exemplo. Todo esse intercâmbio digital de dados auxilia em processos corporativos importantes. 

Dessa forma, são muitos os equipamentos de TI envolvidos, incluindo servidores que processam informações e armazenam grandes quantidades de dados, PCs, laptops e dispositivos wireless que os colaboradores usam para gerar, processar e gerir informações. 

Mas o que um gestor de negócios pode fazer quando a TI simplesmente para de funcionar por causa de um evento inesperado? Esse exemplo é ainda mais grave em companhias que necessitam manter a continuidade dos negócios, não importando o que ocorra interna ou externamente. 

Uma alternativa para auxiliar nesse cenário preocupante é a elaboração de um plano de Disaster Recovery. Neste artigo, você vai saber qual a sua importância e os principais pontos para implementá-lo. Confira!

 Os riscos de um grande desastre 

Algumas estatísticas indicam que mais de 25% das empresas que sofreram algum tipo de desastre e perda de dados acabaram não reabrindo! São números que preocupam. 

Entre esses desastres que afetam o mundo corporativo, incluímos ameaças digitais, catástrofes naturais, falhas humanas, problemas de hardware e outros. Ou seja, um plano de recuperação de desastres é essencial para que os negócios fiquem a salvo, caso ocorra algum contratempo, seja no ambiente físico ou no ambiente virtual. 

Colocation: a importância para o seu negócio

 A importância de um plano de Disaster Recovery 

Na realidade, esse cuidado deve ser a primeira ordem nos negócios, pois o plano de Disaster Recovery auxilia em uma recuperação oportuna e bem planejada, que faz diferença entre uma suposta falência e a sobrevivência estratégica de sua empresa.

 Ao identificar os possíveis pontos críticos, você conseguirá colocar em prática os procedimentos corretos e escrever um ótimo plano de recuperação de desastres. 

Basicamente, o plano de Disaster Recovey é um documento com um conjunto de métodos, fluxos, procedimentos e processos que detalha como a sua empresa irá se recuperar de um evento catastrófico.  Ele visa restabelecer os serviços empresariais no menor tempo possível, com pouco custo e menor impacto operacional para o negócio. 

Ou seja, se você não quer que a sua empresa não entre para as estatísticas que citamos anteriormente, pense bem sobre a necessidade de estabelecer um plano de recuperação de desastres e de continuidade de negócios. 

Como funciona um plano de Disaster Recovery 

Mesmo que os desastres de TI sejam, de certa forma, imprevisíveis, o Disaster Recovery não é. De fato, toda a recuperação é planejada, previsível e controlada. 

Com a criação de um plano de Disaster Recovery, uma empresa pode até perder fisicamente o escritório em uma situação crítica, mas jamais as informações que alimentam os recursos de produção. 

Antes de desenvolver um plano de Disaster Recovery, é necessário levar alguns aspectos em consideração. Primeiramente, você deve ter os contatos de emergência dos colaboradores, incluindo de toda a equipe de TI, que terá o escopo dessa recuperação. 

Além disso, é preciso criar uma equipe de recuperação de TI que será responsável pelos processos, servidores, aplicativos, sistemas e equipamentos da rede. 

Depois desses cuidados iniciais, os principais passos para se montar um plano de recuperação de desastres são: 

1.     Conduzir um inventário com todos os seus ativos de TI, como servidores, dispositivos de armazenamento, aplicativos, dados, computadores de rede, pontos de acesso e dispositivos;

 2.     Determinar as ferramentas e técnicas certas, mapeando suas dependências e as agrupando com base em seus objetivos de criticidade; 

3.     Testar e praticar o seu plano de Disaster Recovery, pois nenhuma empresa chega à perfeição de forma inicial. Por isso, o teste é a melhor forma de aperfeiçoamento do plano;

4.     Analisar as capacidades da empresa e possíveis perigos, incluindo as informações sobre os recursos atuais, possíveis riscos e emergências. Lembre-se que todos devem estar familiarizados com o plano. 

Disaster Recovery como medida preventiva 

Um plano de recuperação de desastres só agrega valor à empresa, já que dá mais segurança operacional, evitando problemas entre fornecedores e clientes. 

Ele também evita prejuízos ao negócio, já que permite recuperar dados e dar continuidade às atividades operacionais. Além disso, garante que todas as informações necessárias para a continuidade da companhia se mantenham seguras, mesmo havendo falhas humanas, de hardware ou software, por exemplo. 

Ao contrário do que parece, o Disaster Recovery é uma medida preventiva e proativa, e não reativa. Apesar de um desastre ser um evento não planejado, ele requer uma reação imediata e o plano precisa resolver os problemas proativamente. 

Ao se elaborar um plano de recuperação, também é preciso ter em mente como agir para minimizar ou até mesmo eliminar os riscos de um desastre. Ou seja, agir de modo preventivo. 

Com todas essas informações que trouxemos, você já está pronto e decidido para começar a desenvolver um plano de Disaster Recovery de TI?  Não perca tempo e documente um plano de recuperação o quanto antes!

Caso, você não tenha ideia de como começar ou procura um parceiro para lhe ajudar, a Ascenty oferece toda sua infraestrutura de Data Center estrategicamente posicionada para atendimento de um plano de Disaster Recovery. Assim, ela assegura a operação de TI em sua empresa mesmo em situações críticas para garantir a continuidade dos negócios de maneira autônoma. 

Entre em contato conosco e agende uma reunião para saber mais como podemos lhe ajudar.

Como a conectividade entre Cloud e Colocation é essencial

Sem tempo de ler? Que tão ouvir o nosso artigo?

A computação em nuvem já é uma realidade e, atualmente, muitas pessoas estão descobrindo o Colocation como opção para seus Data Centers. O que muita gente não sabe é que essas duas soluções podem funcionar muito bem juntas, desde que a conectividade entre Cloud e Colocation esteja garantida.

 A necessidade de ter cada vez mais espaço de armazenamento e a consequente demanda por escalabilidade deu origem ao crescimento das soluções de Cloud e de terceirização de Data Centers. Em muitos casos, se torna inviável expandir a infraestrutura no próprio ambiente da empresa e essas soluções se tornam indispensáveis.

Se a sua empresa também passa por isso e precisa de uma infraestrutura condizente com o crescimento do negócio, a conectividade entre o provedor de Cloud Computing e o ambiente de Colocation provavelmente é um assunto do seu interesse. Entenda mais a respeito dos dois serviços e como a conectividade é importante para garantir os benefícios de ambos. 

 Vantagens do Colocation


O Colocation é um modelo de terceirização de infraestrutura de Data Centers no qual a empresa passa a utilizar o espaço físico do fornecedor em vez da sua própria estrutura. Espaço, energia, refrigeração, segurança física, manutenção e garantia de disponibilidade passam a ser responsabilidade do fornecedor de Colocation.

É possível contratar uma área dedicada dentro das dependências do fornecedor que será exclusiva da sua empresa ou contratar parte de uma infraestrutura que já está montada. As principais vantagens do Colocation são:

Menor investimento necessário para instalar e ampliar os Data Centers;
Custos com equipamentos e mão de obra reduzidos;
Todo o esforço de manutenção e gerenciamento da infraestrutura de Data Center é transferido para o fornecedor;
Escalabilidade garantida, já que existe flexibilidade para aumentar a infraestrutura sempre que necessário;
A TI pode focar em outras atividades mais estratégicas para o desenvolvimento do negócio.
Esse modelo garante flexibilidade e custos reduzidos, permitindo aos negócios ter uma infraestrutura de primeira com um bom custo-benefício.

Vantagens da Cloud

A Cloud Computing está em voga já faz alguns anos e surgiu como uma forma de reduzir custos e aumentar a escalabilidade. Nesse modelo, a empresa não tem qualquer espaço físico à sua disposição e todos os dados ficam armazenados na nuvem, sob controle e responsabilidade do provedor.

As principais vantagens da computação na nuvem são o baixo custo, o investimento inicial extremamente reduzido, a flexibilidade e a portabilidade. Funcionários podem trabalhar na nuvem de qualquer local e acessar os dados a qualquer momento, dependendo apenas da conexão à internet.

A Cloud é a primeira escolha de empresas que querem flexibilidade total, custos baixos e que não têm problemas em transferir informações para os servidores do fornecedor de nuvem.

Colocation e Cloud: como os dois podem coexistir?
Como tudo em tecnologia, não existe uma solução universal que garanta vantagens para todas as situações dentro de um negócio. Por exemplo, para elementos de segurança crítica, pode ser mais interessante manter os dados sob controle dentro de um servidor dedicado à empresa.

Em outras situações, a nuvem atende melhor devido à sua extrema flexibilidade e custo ainda mais baixo. Felizmente, as duas soluções podem coexistir e sua empresa pode extrair o melhor dos dois mundos ao mesclar ambas.

Assim, você pode pensar no Colocation como um espaço físico e equipamentos que, apesar de não estarem nas dependências da sua empresa, pertencem a você e estão inteiramente sob seu controle. Já no Cloud, você está usando a infraestrutura do provedor e nem sempre consegue controlar tudo que acontece com os dados.

Ao escolher a solução que se adapta em cada processo, aplicativo e sistema da sua empresa, você ganha em flexibilidade. Por que se limitar a uma solução quando você pode utilizar as duas ao mesmo tempo?

Conectividade entre Cloud e Colocation é essencial
Para extrair o que há de melhor entre os dois serviços é necessário ter uma boa conexão entre o ambiente de sua empresa, o Colocation, a Cloud e entre essas duas soluções. A conexão deverá ser rápida e confiável.

Por exemplo, já imaginou se nos momentos em que você mais necessita, a conexão entre o Colocation e a Cloud falha?

Um longo período esperando o sistema carregar, a demora no acesso a uma informação ou uma solução na nuvem que não sincroniza da maneira correta podem ocasionar paradas na operação, quedas de sistemas e perda de dados sensíveis. O resultado disso tudo são prejuízos enormes para a corporação.

Ou seja, a conectividade entre Cloud e Colocation, bem como entre os dispositivos da sua empresa é um fator crítico para o sucesso das operações.

Além disso, caso os seus funcionários tiverem problemas em acessar os servidores localizados na infraestrutura do fornecedor ou os serviços e dados armazenados na nuvem, a produtividade da empresa cairá consideravelmente por causa de possíveis gargalos nos processos.

Portanto, não importa se você vai contratar apenas o Colocation, apenas a Cloud ou as duas soluções. Ao optar por ter servidores, aplicativos e dados fora do ambiente físico do negócio, será necessário escolher um fornecedor que garanta uma conexão estável, com baixa latência e alta capacidade. Todas essas características estão presentes nas soluções em conectividade que a Ascenty oferece no mercado.

Ao contar com uma conexão desse tipo, você garante que a comunicação entre o Colocation, Cloud Computing e sua companhia seja sempre estável, ou seja, sem oscilação de velocidade e tenha a capacidade de trabalhar com um grande volume de dados.

Em resumo, a escolha entre Cloud e Colocation é individual e deve ser feita pela equipe de TI conforme as particularidades de cada negócio e aplicação. As duas soluções podem coexistir e a combinação pode até mesmo ajudar melhor a performance da TI, contanto que a conectividade entre ambos seja garantida.

A Ascenty oferece soluções de qualidade para conexão com os principais Cloud Providers, soluções de Colocation e Telecomunicações, garantindo uma conexão rápida e sem falhas.  Entre em contato conosco e marque uma reunião para saber mais a respeito de nossos serviços.

A importância da conectividade para o seu negócio

Que tal ouvir o nosso conteúdo?

Já virou um clichê falar que o nosso dia a dia se tornou completamente dependente da tecnologia e da conexão. A conectividade é indispensável nas nossas vidas pessoais e profissionais, mas será que você reconhece na prática a importância do tema?

Em uma empresa, uma boa conectividade ajuda na geração de melhores resultados, enquanto uma conexão ruim pode ser um desastre para os negócios. Quer saber mais? Continue lendo para entender sobre o assunto e conhecer algumas soluções que podem ser adotadas!

Conectividade: como ela é essencial

Tente listar quais atividades na sua empresa podem ser finalizadas sem precisar da internet ou de rede interna em nenhuma etapa. Agora, liste quantas atividades precisam da conexão. O segundo grupo provavelmente é muito maior, não é mesmo?

Em casa e no trabalho, a troca de dados por meio de uma conexão se tornou tão essencial quanto outros itens muito mais antigos, como telefone, meios de transporte ou energia elétrica. Em uma empresa, a velocidade e qualidade da conexão influenciam as vendas, o atendimento ao cliente, a realização de pedidos, a geração de documentos e muitas outras áreas diretamente relacionadas aos resultados da companhia.

Com uma conexão rápida e confiável, os funcionários podem realizar suas tarefas sem interrupções. Com a popularização do cloud computing, a conectividade ganhou ainda mais destaque.

Os problemas que uma conexão ruim pode acarretar na sua empresa

Em uma conexão ruim, lentidão, quedas e instabilidades são comuns. A latência é o termo utilizado para descrever o tempo que leva para uma informação sair do computador ou servidor original e chegar até o destino.

Alguns centésimos de segundo podem parecer pouco tempo, mas se você multiplicar pela quantidade de dados que são enviados e recebidos por todos os usuários diariamente, verá que a latência é um fator importante para a produtividade.

Além do atraso na execução de atividades rotineiras, a conexão ruim pode gerar problemas ainda maiores. Qualquer falha na conexão gera paradas na operação da empresa, perda de dados e informações, falhas de comunicação, atrasos na logística e muitos outros problemas que podem resultar em grandes prejuízos financeiros.

O futuro da conectividade dos data centers

Em um mundo corporativo dominado pela tendência da computação em nuvem, é natural que a conectividade se torne um tema urgente. Quando dados, serviços e aplicações precisam ser acessados de forma remota, ter uma boa conexão à internet é primordial.

Nesse contexto, os data centers — sejam eles próprios ou terceirizados, on premises ou na nuvem — precisam se adaptar. Além de utilizar fibra ótica e tecnologia de ponta para monitoramento e gestão, os data centers devem se preocupar com a segurança dos dados e estabilidade da conexão. Além disso, um plano sólido de contenção de desastres e restauração deve estar presente.

Soluções para a conectividade

Diversos métodos podem ser empregados para conectar dispositivos e servidores à internet e entre si. Conheça a seguir os principais.

Lan to Lan

A conexão do tipo Lan to Lan é uma comunicação ponto a ponto sem intermediários. Na prática, em vez de usar a internet, a empresa utiliza uma conexão privada para se comunicar com clientes, parceiros e outros pontos estratégicos.

MPLS

O Multiprotocol Label Switching (MPLS) é um serviço de comunicação que direciona os dados de um ponto para outros pontos com base no melhor caminho. Ao utilizar o MPLS, a rede ganha em performance, estabilidade, capilaridade e alto desempenho de forma simplificada.

DWDM

A Dense Wavelength Division Multiplexing, ou DWDM, é usada para interconectar todos os pontos da rede sem intermediários e por meio de fibra ótica. A solução utiliza feixes de luz em diferentes comprimentos de onda para gerar uma conexão com baixíssima latência e alta capacidade, permitindo que grandes volumes de dados sejam transmitidos e um curto espaço de tempo.

Link IP

O Link IP é responsável por entregar a conexão com a internet nas estruturas remotas, seja em escritórios, Data Centers ou qualquer outro local desejado. A infraestrutura do Link IP funciona por meio de backbone de conectividade, uma espécie de espinha dorsal da internet, onde existe uma concentração de diversas operadoras que são responsáveis pela troca de informações através da internet.

Se uma das operadoras falhar, os dados passam automaticamente a serem transferidos por outra operadora. Assim, seu sistema fica menos sujeito a eventuais indisponibilidades das operadoras.

PIX

Ao utilizar provedores de acesso para compartilhar conteúdos, nem sempre é possível estabelecer uma conexão direta entre todos eles. Nesses casos, o PIX pode ser utilizado para fazer a ligação direta entre as empresas e os principais Pontos de Troca de Tráfego.

As operadoras e provedores de conteúdo trocam dados para centralizar informações e facilitar o intercâmbio, de forma que o usuário final possa se conectar rapidamente e com segurança. O PIX funciona como um ponto de interconexão dentro de toda essa estrutura, facilitando o acesso aos dados em diversos provedores.

Cross Connect

Cross Connect é o nome dado à conexão entre os diversos ambientes dentro de um Data Center. Pode ser usado, por exemplo, para conectar equipamentos de diferentes operadoras com o ambiente da empresa ou para interconectar ambientes internos do rack dentro do mesmo Data Center.

A interligação de equipamentos sem intermediários dentro do próprio Data Center garante um ambiente mais controlado e vantagens para o negócio, como mais confiabilidade, redundância, melhor desempenho e baixa latência.

Enfim, com tantas soluções possíveis, inúmeros equipamentos, diversos fornecedores e uma infinidade de dados sendo trocados, a conectividade é um tema atual e relevante para qualquer negócio.

Acessar os dados de forma segura, rápida e estável é um pré-requisito para manter uma empresa funcionando. Com as soluções certas de conectividade e data centers modernos e confiáveis, uma empresa pode garantir mais produtividade por meio de uma conexão confiável e robusta.