Data Center: conheça tudo a respeito

Administrar e proteger os dados são ações vitais para as empresas, pois o avanço tecnológico exige não apenas a capacidade de disponibilizar canais digitais para interagir com o cliente, mas também apresentar um elevado grau de segurança da informação. Nesse cenário, contar com um data center é uma excelente alternativa.

Por outro lado, nem todas as companhias têm condições financeiras para investir em uma infraestrutura de ponta que permita processar os dados e disponibilizá-los, de maneira extremamente segura para o público-alvo. Esse cenário contribui para a expansão de tecnologias como a computação em nuvem.

Neste artigo, vamos mostrar vários detalhes sobre o funcionamento, finalidades e os tipos mais adotados no mercado de TI. Confira!

O que é um Data Center?

Também conhecido como centro de processamento de dados, esse ambiente se caracteriza por hospedar diversos equipamentos (servidores, storages etc.), responsáveis pelo processamento e armazenamento de informações corporativas.

Um data center é um local em que a segurança deve estar em primeiro lugar. Por isso, tem controles de acesso que permitem somente a entrada de pessoas autorizadas. Além disso, o ambiente adota mecanismos de controle de acesso, monitoramento de infraestrutura, sistemas de prevenção e combate a incêndios e muitos outros controles.  Ainda vale destacar que esse local apresenta um sistema de controle de temperatura das áreas de Data Hall em alta capacidade, cujo objetivo é evitar que os equipamentos percam desempenho, em virtude do superaquecimento.

 O sistema elétrico também precisa ser acompanhado com muita atenção nesse ambiente, onde o ideal é ter os bancos de baterias (nobreaks) e grupo geradores, para os serviços não serem prejudicados por problemas no abastecimento de energia elétrica.

 Em um data center, é indicado contar com um sistema de monitoramento eficiente, com o qual seja possível analisar todos os fatores internos e externos que possam afetar a saúde e desempenho do ambiente crítico.

Ter um entendimento pleno sobre o funcionamento de um data center é relevante para um gestor verificar a melhor opção para uma companhia ter dados mais protegidos e disponíveis. Se não houver essa preocupação, uma empresa corre sérios riscos de ter problemas no futuro com falhas de segurança da informação.

 Para que serve um Data Center?

As principais finalidades desse ambiente são armazenar e processar um elevado volume de informações. Em uma sociedade em que os dados são cada vez mais importantes para a tomada de decisão, contar com uma infraestrutura de TI de ponta é indispensável para manter a competitividade.

À medida que uma organização conta com um centro de processamento de dados das melhores práticas do mercado, maiores são as possibilidades de gerenciar os dados com eficiência e suportar as demandas do público-alvo.

Ao ter um ambiente capaz de armazenar uma grande quantidade de dados, menores são os riscos, por exemplo, de haver problemas nos sistemas em momentos de maior demanda. Muitas empresas perdem oportunidades de expandir as vendas, porque não se preparam adequadamente em termos tecnológicos para prestar um atendimento adequado.

Também vale destacar que a dificuldade de processar as informações pode prejudicar o funcionamento de sistemas corporativos. Esse é mais um fator para ter uma atenção especial ao investir em uma estrutura robusta de TI. Além disso, um data center oferece mais segurança às informações institucionais, desde que siga as melhores práticas do mercado.

Os Diferentes tipos de Data Center

Há diferentes modalidades de data center, o que é positivo para as empresas avaliarem qual é a melhor opção para manter os dados mais protegidos. Para ajudar na escolha, vamos detalhar os tipos mais conhecidos. Acompanhe!

Data Center Colocation

Também denominado como “housing”, o colocation se caracteriza por funcionar como se fosse um aluguel da infraestrutura. Nessa situação, uma companhia contrata, durante um determinado período, um data center, onde serão instalados os servidores adquiridos, com a intenção de minimizar os riscos de vazamento de dados e de reduzir custos com espaço, investimento e com melhor desempenho.

É uma alternativa muito interessante para empresas que não tem condições de construir um data center próprio. Afinal, trata-se de um investimento, em muitos casos, bastante robusto e que exige muito planejamento.

Tipos de Data Center Colocation

  • Racks: Modo de terceirização no qual a infraestrutura de Data Center da sua empresa é abrigada nas dependências da empresa contratada.
  • Cages: Esse método possibilita instalar o seu Data Center Colocation em uma zona definida no contratante com recursos extras de segurança.
  • Áreas dedicadas: Solução indicada para grandes players de tecnologia que necessitam de um espaço mais amplo, seguro e altamente personalizável.

Data Center Hyperscale

Tem como aspecto marcante aos contratantes do serviço de Data Center Colocation a possibilidade de usar os recursos de maneira escalável. Ou seja, é viável reduzir ou aumentar a capacidade de armazenar os dados, de acordo com as necessidades corporativas.

Por exemplo, um e-commerce pode explorar esse tipo de data center para gerenciar um maior volume de informações nos dois últimos meses de um ano, período em que as pessoas estão mais propensas a fazer compras online.

Contar com uma estrutura escalável oferece bastante flexibilidade para a gestão dos recursos de TI. Esse fator merece ser levado em consideração na hora de escolher qual é o melhor ambiente para manter os dados empresariais mais seguros e disponíveis.

Data Center Enterprise

Consiste no modelo mais utilizado do mercado. Nele, o Data Center fica sob a responsabilidade do próprio usuário, alocado em um espaço corporativo, ou seja, nas instalações da empresa, com a intenção de facilitar o controle de acesso.

Embora exija um maior investimento para implantação e um time qualificado para a operação, essa modalidade de data center é o preferido das corporações que julgam mais adequado controlar, de maneira plena, os dados e as atividades de TI.

Data Center Edge

Esse tipo de data center opera com baixa latência para facilitar o recebimento de conteúdos de forma instantânea pelos usuários. É uma estrutura bastante utilizada por aplicativos ou por serviços focados em streaming, como o Netflix e Spotify.

Para isso ser viabilizado, esse data center opera perto dos consumidores finais, ou seja, na borda da rede. Além disso, ele envolve outros recursos como big data, armazenamento na nuvem, Internet das Coisas, entre outros.

Data Center em nuvem

Consiste em uma estrutura totalmente virtual. Em outras palavras, não demanda nenhum investimento para criar o ambiente internamente, onde estarão os equipamentos para processar e armazenar os dados, mas sim precisa ser contratado junto à fornecedora do serviço.

Esse recurso permite que todos os sistemas corporativos sejam acessados em qualquer dispositivo conectado à internet. Isso proporciona uma grande mobilidade e flexibilidade para a equipe.

 Como a Ascenty pode ajudá-lo?

Com experiência em diversos projetos para a implantação de Data Centers, a Ascenty é líder do setor na América Latina. Todos os sites da empresa contam com padrão internacional Tier III e estão interligados por uma rede de fibra óptica própria, o que garante um elevado nível de conectividade.

A Ascenty também propicia aos clientes escolherem o Data Center de acordo com a localização mais estratégica. Esse aspecto é crucial para as empresas terem mais condições de manter as atividades, dentro de boas práticas de segurança da informação. Se você quer investir em uma estrutura de ponta, vale a pena entrar em contato com a nossa equipe agora mesmo! Estamos à disposição para ajudar você a usar a TI a favor do seu negócio

IPv6: o que é e por que a sua empresa irá adotar

Que tal ouvir o nosso conteúdo?

Você sabia que a Internet do jeito que conhecemos está mudando e que essa transformação vai impactar o seu negócio? Estamos falando do protocolo da Internet em sua versão tradicional, o IPv4, e a mais recente, o IPv6.

Mas afinal, você entende o que essa transição da versão 4 para a versão 6 pode causar? Ou, ainda, por que essa mudança é necessária e quais seus impactos?

Não se assuste com os termos, é perfeitamente possível entender mais sobre o tema.

Neste conteúdo, vamos falar do IPv4 e do IPv6: o que é e quais seus benefícios para usuários de Internet (sejam pessoais ou corporativos).

Além disso, queremos te mostrar por que sua empresa deve ficar atenta, desde já, à adoção do novo protocolo.

E então, vamos nessa? Continue a leitura para seguir aprendendo!

A questão do esgotamento do IPv4

O fim do IPv4 não é exatamente uma novidade. De fato, ele está acontecendo agora, mas já era um fenômeno visado há muito tempo, lá nos anos 1980.

Explicamos:

O IPv4 diz respeito à quarta versão da Internet Protocol, criada em 1981.

O protocolo define a malha tecnológica que permite a conexão de dispositivos uns com os outros, através da Internet. 

No entanto, até pelo ano de criação, você deve imaginar que se trata de algo datado e tecnologicamente limitado.

E realmente é.

No IPv4, os dispositivos conectados recebem um endereço externo único. Ele possui 32 bits e é dividido em 4 blocos de 8 bits cada, escritos com números que vão de 0 a 255, separados por pontos.

Trata-se de um número como “190.57.123.44”.

Essa dinâmica é interessante, mas dá espaço para apenas 4,3 bilhões de endereços.

E é justamente esse o problema que está causando o esgotamento do IPv4.

Afinal, o boom da Internet potencializou o crescimento de usuários.

A evolução tecnológica contribuiu para esse cenário, com a adição de uma infinidade de novos dispositivos móveis e fixos à rede de Internet.

Diante disso, era necessário mudar. 

Por isso, a década de 90, os especialistas criaram o protocolo, o IPv6.

No entanto, seu uso de fato demorou tantos anos justamente pois havia espaço para mais endereços IPv4. Porém, isso está acabando.

Tanto que, em 2019, foi realizada a última alocação de blocos de endereço na versão 4.

Isso significa que o protocolo está prestes a mudar.

Na prática, o que isso significa? E qual diferença pode fazer em seu negócio? Explicamos em seguida.

IPv6: o que é?

O IPv6 é a versão mais atual do protocolo e já começa a servir de substituta do anterior, IPv4.

O IPv6 é uma evolução natural do seu antecessor, dado que se encaixa melhor nas necessidades atuais. No entanto, uma de suas principais características (e benefícios) é seu tamanho.

Se o IPv4 suportava pouco menos de 5 bilhões de endereços, o IPv6 é realmente um passo além.

Isso por que o IPv6 tem capacidade de 340,282,366,920,938,463,463,374,607,431,768,211,456 de endereços IP.

Isso mesmo, cerca de 340 undecilhões de endereços.

Outra das mudanças que interessa bastante é a extinção dos endereços broadcast e a introdução de três novos tipos de endereços: anycast, multicast e unicast.

Além disso, com o IPv6, o NAT (Network Address Translation) não será mais necessário.

A técnica diz respeito ao ato de reescrever endereços IP internos de modo que ele tenha acesso à uma rede exterior, como uma rede pública.

É uma das formas de “masquerading”, que permitem a um pacote de dados passar por um firewall, por exemplo.

Sem o NAT, vai ficar muito mais fácil de desenvolver soluções e aplicativos com funções voltadas à Internet.

Ou seja, com uma integração mais suave e assertiva, sem as burocracias que muitas vezes emperram o avanço das empresas.

Porém, a adoção ao novo protocolo ainda caminha a passos comedidos.

Pouco menos de 20% dos acessos ao Google no mundo todo, por exemplo, são feitos em IPv6.

No entanto, a mudança já vem acontecendo.

Por que a sua empresa deverá adotar o IPv6?

Em termos mais práticos, as funcionalidades da Internet como você as conhecem permanecerão as mesmas com o IPv6. Além disso, a exemplo do que já acontece hoje, as duas versões poderão funcionar ao mesmo tempo.

No entanto, não há como negar o impacto da mudança.

Os endereços IPv4 estão acabando e isso pode ser determinante para qualquer negócio hoje em dia — pois o uso da Internet é uma constante, especialmente hoje.

Sem novos números IP, sua empresa não consegue fazer coisas simples, como conectar novos usuários à rede ou mesmo novos dispositivos.

E isso pode ir muito além do escritório da companhia.

Pense que a limitação pode, por exemplo, afetar o número de dispositivos IoT destinados a automatizar seu processo produtivo.

Sem um endereço de IP, os dispositivos (que podem ir das dezenas aos milhares, dependendo da sua operação) nunca poderão ser integrados à Internet.

Além disso, o IPv6 possibilita a construção de redes melhores, com maior robustez e desempenho.

Dessa forma, possibilita mais estabilidade nas conexões móveis — em especial onde o indivíduo está se locomovendo.

A adoção do IPv6 é passo importante para as empresas que querem certificar-se quanto ao próprio crescimento.

Afinal, sem dúvidas essa transformação será digital.

E se a sua organização busca se destacar logo de cara, é preciso estar preparada.

Agora que você entende a importância do IPv6, sabe o quão impactante pode ser para o seu negócio. Porém, como garantir que sua empresa adote o novo protocolo de maneira certa?

É aqui que a Ascenty entra para fazer a diferença e assessorar sua organização em todo processo.

Quer se modernizar e adotar o mais novo protocolo da Internet? Já sabe, fale conosco aqui da Ascenty!

Vianet Telecom

Como operadora de Telecomunicações e Prestadora de Serviços de Internet de Alta Velocidade,  Voz e TV em Fibra Óptica, Soluções em Cloud, Sistemas de Segurança Perimetral além de Tecnologia para Condomínios Inteligentes, a Vianet, possui uma rede cobrindo mais de 18 cidades no Interior de São Paulo além de interconexão com diversas operadoras Nacionais e Internacionais, permitindo conectividade com qualquer localidade do território Brasileiro.

Desafio do negócio

Com um crescimento acelerado, a Vianet Telecom começou ter problemas com sua infraestrutura interna, e dessa forma, começou a buscar um data center para migrar seu ambiente e focar no core business da empresa: soluções de telecom. Um outro desafio nesse processo era migrar a operação toda sem ter indisponibilidade dos serviços.

Solução

Para ter a certeza de uma migração com sucesso, a solução foi desenhada em parceria. Inicialmente, integrando o data center com rotas distintas de fibra ao antigo site do cliente, para somente depois, fazer a migração do ambiente para o Data Center.

Com a estabilidade do serviço tivemos a oportunidade de abrir novas possibilidades, inclusive com um outro grande diferencial da Ascenty: nosso serviço de AICX (Ascenty Internet Connectivity Exchange) para conectividade a provedores de serviços a baixo custo.

Resultado

Vindo para a Ascenty, a Vianet tem altíssima disponibilidade em seu core de rede e facilidade de conexão, além de uma redução nos custos com tráfego IP para grandes provedores de conteúdo.

Depoimento

“Optamos pela Ascenty porque fazia parte do nosso planejamento de expansão e aumento da qualidade dos nossos serviços, a escolha de um Data Center de altíssima confiabilidade, qualidade e segurança para a instalação dos nossos equipamentos de backbone e borda da nossa rede de conectividade que suporta e alimenta nossos clientes de internet, TV, telefonia e outros serviços de conectividade e cloud que oferecemos. Encontramos na Ascenty, o parceiro ideal, que não apenas atendeu, mas superou todos os requisitos técnicos e de contingência definidos em nosso escopo.

E não poderíamos estar mais satisfeitos com a decisão que tomamos. Consideramos uma das decisões estratégicas mais relevantes da nossa trajetória de melhorias na nossa rede. Conseguimos elevar a qualidade e confiabilidade dos nossos serviços com a parceria com a Ascenty, havendo apenas elogios aos serviços e atendimento recebidos até o momento. O elevado nível de qualidade da infraestrutura da empresa e dos profissionais que nela atuam é com certeza um grande diferencial. E por tudo isso, que já recomendamos a Ascenty para empresas que busquem um parceiro de alto nível, que ajuda o cliente crescer e ao mesmo tempo, assegura um alto padrão para os serviços do cliente”.

Marcelo Szeer – Diretor de Planejamento.

TW Solutions

A TW Solutions é uma empresa de Telecom com o foco em voz e PABX virtual, SAC, Call Center e soluções de voz para empresas.

Desafio de negócio

A empresa tinha o desafio de buscar um parceiro com infraestrutura certificada Tier 3, pois estava com problemas de queda e instabilidades constantes no ambiente que estava hospedado em outro data center do mercado. Os negócios da TW Solutions não podem ficar fora do ar, por isso, a disponibilidade é um grande fator estratégico para a empresa.

Solução

A oferta inicial foi simples, Colocation com 25Mbps de banda IP. Tivemos o diferencial inicial na rápida resposta comercial, fechamos e assinamos em um dia de conversa, e todo o serviço após a assinatura, ativação, entrega e suporte que ele tem até o momento.

Resultado

Com essa contratação, a TW Solutions ganhou estabilidade e confiança no ambiente dele e repassa isso para os seus clientes. Em 6 meses, ele visitou o Data Center apenas uma vez no momento da ativação e não teve nenhuma instabilidade, e por esse motivo vai migrar todo o ambiente para a Ascenty.

Depoimento

“O que mais me agrada na Ascenty é, na verdade, um conjunto de facilidades. Acesso facilitado para acionar os serviços de smart hands, facilidade para tratar atividades emergenciais e processo estruturado para visitar o data center, além é claro, de uma excelente estabilidade no serviço, nunca ficou fora do ar desde a contratação. Por tudo isso, me sinto 100% satisfeito com os serviços da Ascenty, desde o apoio comercial, projeto e implantação técnica.

A primeira vez que fui ao Data Center, a recepcionista me levou até a porta do nosso rack, isso é um diferencial imenso. Eu com certeza recomendaria a Ascenty para colegas, pois a empresa é muito séria e comprometida com as operações dos seus clientes, prezando pela estabilidade no serviço e agilidade de toda a sua equipe, focando sempre no negócio do cliente, sem aquela burocratização que se vê no mercado”.

Lucas Lobo – Coordenador de Tecnologia da Informação