Novo Normal: Saiba como o colocation está sendo a saída em tempos de Covid

No Novo Normal, o Colocation é um serviço essencial para a continuidade operacional das empresas. Apenas no país, de acordo com a Agência Brasil, 46% das empresas adotaram o home office. Em uma realidade como a nossa, de milhares de empresas ativas, essa porcentagem significa muito.

No entanto, possibilitar o home office não é uma tarefa simples. Não se trata apenas de pedir para o funcionário levar o notebook para casa. É preciso ter toda uma infraestrutura digital de dados que contribua para essa flexibilidade e dinamismo operacional. Pense bem: no escritório, toda operação funciona junta, de forma centralizada.

Falamos de uma banda, uma origem dos acessos, um ecossistema bem menos complexo. No home office tudo isso é multiplicado pelo número de funcionários afastados, trabalhando de casa.

Para potencializar tamanha operação, as empresas voltaram seus olhos para o Colocation.

Nesse conteúdo, vamos falar mais sobre o assunto, buscando compreender o importante papel do serviço de Colocation na otimização do uso de data centers e na capacitação do home office em escala global.

Confira!

A necessidade de um Bom data Center para apoiar o novo normal

Você sabe a importância de um bom Data Center na sua empresa, certo? Agora pense que, no novo normal ocasionado pela pandemia, esse fator é crucial para o seu sucesso.

De certo modo, é possível dizer que a pandemia engatilhou uma mudança relevante no mundo dos negócios, que passou a adotar o digital como ambiente principal.

Tudo isso impulsionado por outra mudança, mas interna, que colocou os funcionários em regime de home office.

Então, como lidar com a demanda operacional de uma empresa que se volta para o digital, além do fator home office?

A resposta você já sabe: com um bom Data Center.

A questão é que, por muito tempo, as empresas estavam com infraestruturas defasadas — por desconhecimento, preço, entre outros fatores.

No entanto, com a pandemia, a exigência dessa infraestrutura decolou. Isso serviu de brecha para que as empresas vissem o problema em que estavam metidas.

Podemos citar vários, como a dependência de sistemas legados e processos puramente manuais, ineficiências de conectividade e instabilidades que prejudicam o dia a dia de trabalho.

Para não ficar para trás, as empresas viram a necessidade de investir em capacidade de TI — e o Colocation é uma das melhores alternativas nesse campo.

Colocation: aliado das empresas em tempos de Covid

O Colocation pode atingir um crescimento global de quase 15% ao ano até 2030. Esses são dados levantados pela redação do Globe Newswire.

Mas você sabe o que é o Colocation?

De forma simples, veja só:

O Colocation é um serviço que permite à empresa alugar a infraestrutura de dados de um provedor especializado, bastando apenas migrar seus servidores para funcionar com todo potencial.

No novo normal, o colocation é uma solução ideal tanto no quesito estrutural como financeira. Um dos motivos é que bons provedores de Colocation possuem Data Centers carrier neutral — ou seja, que não estão atrelados a uma única operadora.

Ou seja, uma vez que o cliente acessa esse ecossistema, ele pode aproveitar de serviços diferentes de vários provedores — de acordo com suas necessidades e possibilidades.

Além disso, para oferecer o melhor serviço, provedoras especializadas investem em uma infraestrutura com alto potencial conectivo. 

Isso garante 100% de estabilidade para os servidores, sistemas, aplicações e operações das empresas que contrataram o Colocation.

Ou seja, a organização capacita toda operação home office pois conta com um bom serviço de Data Center, e reduz significativamente os custos operacionais.

Afinal, você otimiza a infraestrutura digital, elimina gastos com o banco de dados on premise como:

  • segurança do data center;
  • consumo de energia elétrica;
  • manutenção do local, bem como refrigeração;
  • pagamento do time de manutenção e limpeza;
  • updates de hardware, licenças de software e demais equipamentos para suportar todo ambiente;

Outro ponto é a escalabilidade:

Basta requisitar uma maior capacidade de conectividade ou armazenamento que o provedor especializado de Colocation irá liberar.

Ascenty: a melhor escolha de Colocation na América Latina

Sabia que a Ascenty é a melhor escolha de Colocation não apenas no Brasil, mas em toda América Latina? Além disso, o auxílio de uma equipe especializada, como a da Ascenty, vai agregar maior conhecimento à sua operação.

Afinal, a equipe certificada conhece a tecnologia de Data Centers e do Ecossistema de Conectividade como nenhuma outra, podendo auxiliar sua empresa quando, onde e como precisar.

No novo normal, isso é essencial, visto que a tendência, segundo o jornal alemão DW, é que o home office continue em alta mesmo após a pandemia.

E se 2020 já significou um baque operacional e de resultados para a sua empresa, temos certeza de que você não quer que os demais anos sejam de incertezas, certo?

Investir em Colocation pode posicionar a sua organização no topo da concorrência —  e a Ascenty tem o que é preciso para ajudar nessa jornada.

Além de ser a maior empresa de Data Centers da América Latina, possui mais de 22 bancos de dados espalhados pelo Brasil e uma rede de fibra óptica própria de mais de 4.500 quilômetros de extensão.

A Ascenty é referência em serviços de Infraestrutura de TI, como o Colocation, e pode ajudar sua empresa a se tornar mais flexível, capaz e resiliente.

Converse com um de nossos especialistas e entenda como a Ascenty pode ajudar o seu negócio a implementar o melhor Colocation do mercado!

E se você gostou desse conteúdo, que tal continuar lendo os artigos aqui do blog da Ascenty para aprender mais sobre gestão tecnológica, infraestrutura de TI, data centers e Colocation?

Esperamos que goste!

Ascenty anuncia parceria de interconexão com a provedora global Upix

Acordo já adiciona 200 Gbps de interconexão nos data centers da Ascenty em São Paulo, capacidade que pode ser expandida conforme necessidade

A Ascenty, empresa líder no mercado de Colocation na América Latina – com 27 data centers próprios no Brasil, Chile e México -, anuncia parceria com a UPIX, operadora rede neutra e provedora global de serviços de conectividade presente em 10 países.

O acordo comercial é resultado das ações estratégicas de ampliação de ofertas de conectividade, intensificadas no primeiro trimestre deste ano, realizadas pelas duas empresas. Atualmente, a UPIX já oferece 200 Gbps de interconexão nos data centers da Ascenty em São Paulo, capacidade que pode ser escalável e expandida no caso de aumento de demanda.

Com sede em São Paulo e na Flórida (EUA), a UPIX possui presença operacional em grandes cidades como Madri, Palermo, Lisboa, Frankfurt, Amsterdã, Marselha, Londres, Sofia e Moscou. Particularmente, a parceria com a Ascenty tem objetivo de expansão dos negócios na América Latina.

“A expectativa com esta parceria é de poder oferecer aos nossos clientes maior diversidade em opções para interconexões e abranger a capilaridade da ampla rede da Ascenty para captação de novas oportunidades do mercado de conectividade”, diz Ronaldo Pelizon, CEO da UPIX.

Sinergia

Para Vinícius Minetto, diretor de Vendas da Ascenty, há uma sinergia entre as empresas em fornecer serviços de alta capacidade e altamente escaláveis, que sejam os grandes facilitadores para completa aderência ao processo de transformação digital.

“Os serviços de data center com conectividade de excelência e alcance global, como o que a UPIX oferece, potencializam os sistemas de interconexões e impulsionam investimentos no Brasil e na América Latina, bem como ampliam a atratividade de novos negócios para ambas as empresas”, afirma.

A UPIX

A UPIX é uma operadora de rede neutra e provedora global de serviços de conectividade, interconectada a mais de 10 países. Fundada como uma start-up de Telecom, a empresa tem como pilar na sua cultura corporativa a inovação.

O atendimento em 3 idiomas (português, inglês e espanhol), 24/7/365, reforça o seu comprometimento com a agilidade na comunicação e a internacionalização das suas operações.

O portfólio de serviços inclui: Transito IP, Lan to Lan, Last Mile, Peering Remoto (IXP’s), Wave (DWDM), Colocation, Smart Hands e projetos especiais.

Você sabe qual é a importância do Data Center para o trabalho remoto?

Praticamente todas as empresas experimentaram o trabalho remoto em algum grau durante 2020. E a tendência é que esse modelo continue. No entanto, a flexibilidade jamais deve servir de justificativa para um ambiente digital instável e inseguro. Por isso, continuar investindo em Data Center é essencial. Em especial, porque as empresas cada vez mais acreditam no home office.

Entre março e novembro de 2020, por exemplo, o número de vagas remotas cresceu 215%, conforme matéria do site G1. E claro, do mesmo jeito, cresceu a procura por empregos nesse modelo: cerca de 384% desde março do ano passado.

São números expressivos e a explicação é simples: o trabalho remoto realmente apresenta algumas vantagens e pode potencializar a produtividade do time. No entanto, para a empresa, sua preocupação não deve estar apenas no nível de entrega. É preciso considerar o todo.

Por isso, a infraestrutura de dados deve ser flexível o bastante para lidar com todos os acessos remotos — e segura o suficiente para resistir a todos os “perigos” escondidos.

Nesse conteúdo, vamos explicar um pouco mais sobre essa relação e como o Data Center certo pode fazer a diferença no trabalho remoto da sua empresa. Confira!

Colocation em expansão em 2020

O colocation é um tipo de serviço que, antes de 2020, já vinha em franca expansão. Com o colocation, sua empresa terceiriza a infraestrutura de Data Centers, instalando seus servidores para realizar o processamento de dados.

Porém, muito além da infraestrutura tecnológica, o que sua empresa ganha ao contratar o colocation é toda expertise, suporte e atendimento do provedor.

Com a necessidade repentina de migrar do escritório para o trabalho remoto, o colocation se tornou a solução para muitas organizações. Afinal, o serviço permite a descentralização da infraestrutura, colocando o servidor na nuvem — onde pode ser acessado de qualquer local.

A adoção do trabalho remoto em tempos de pandemia

Nos meses de pandemia, as organizações se viram obrigadas a encontrar uma maneira de lidar com as restrições públicas, enquanto mantinham a produtividade. Assim, uma forma foi apostar no trabalho remoto.

De acordo com informações da Agência Brasil, cerca de 46% das empresas brasileiras seguiram esse caminho e migraram para o home office. E mesmo cercado de desconfiança, o modelo remoto provou ser uma surpresa muito bem-vinda em tempos tão difíceis.

A flexibilidade e a possibilidade de os colaboradores trabalharem de sua própria casa trouxeram alguns benefícios para as empresas. Veja só:

1# Maior produtividade

Sem a necessidade de enfrentar trânsito, longas distâncias e todos os obstáculos e estresses presentes na ida e na volta do trabalho, os níveis de entrega melhoraram. O motivo é a diminuição do desgaste.

Nesse sentido, o trabalho remoto possibilita um dia a dia mais controlado, sem tantas distrações e incômodos.

2# Mais agilidade na resolução de problemas

Mesmo sem estar juntos, ferramentas unificadoras como o Slack ou Zoom permitem que colaboradores e gestores estejam em contato direto. Ao unir esse fator com a flexibilidade do trabalho remoto, o resultado é mais agilidade na resolução de problemas.

O uso de ferramentas tecnológicas e de infraestrutura robusta de dados também auxilia nesse ponto, facilitando a comunicação e a execução das tarefas. 

3# Redução de custos

Sem as despesas do escritório, como a manutenção do espaço, limpeza e mesmo contas de luz e água, as empresas tiveram uma significativa redução de custos operacionais.

Data Center: essencial para o trabalho remoto

Rapidamente, as organizações entenderam que para passar pela pandemia, necessitavam do trabalho remoto, mas essa mudança não se trata apenas de uma decisão de negócios.

É necessário garantir infraestrutura digital para isso, de forma que todo trabalho ocorra sem obstáculos tecnológicos. Dessa forma, a escolha do Data Center entra em cena. A mudança para a nuvem, segundo a consultoria PwC, cresceu 37% nos primeiros 4 meses de 2020.

Ao optar por um serviço de colocation, toda sua equipe pode acessar o servidor da empresa de forma remota. Isso significa que é possível estruturar toda rotina operacional e estratégia — com cada um em sua casa, sem entraves.

Ou seja, o acesso às plataformas e ferramentas se mantém igual a como era no escritório.Dessa vez, porém, com uma imersão mais profunda em um processo sustentado pela tecnologia.

Outra questão importante é a segurança: ao escolher um provedor competente, com certificação nacional e internacional, você tem a certeza que o Data Center não será acessado por ninguém que não seja autorizado. Além disso, a infraestrutura em si conta com potentes camadas de firewall, blindando seus dados.

Ascenty: líder em Data Center

Ao migrar para o trabalho remoto, as empresas enxergaram o Data Center colocation como uma salvação para o seu modelo de negócio. E isso realmente se provou verdade.

Porém, é preciso saber escolher o provedor certo. É necessário que a infraestrutura de dados esteja preparada para receber o seu servidor, possibilitando que não apenas o trabalho tenha continuidade, mas que melhore!

Produtividade, estabilidade, segurança e entregas. O objetivo é potencializar tudo ao máximo com o uso da tecnologia. E é justamente isso que a Ascenty oferece aos seus clientes: toda infraestrutura para que sua empresa decole, mesmo em tempos tão difíceis como os da pandemia.

A Ascenty é a líder em Data Center no Brasil e na América Latina: possui 27 bancos de dados no Brasil, Chile e México, mais de 215 mil m² de área construída e conta com uma rede própria de fibra óptica, que se estende por mais de 5.000 km.

Tamanho potencial faz da Ascenty líder em Colocation entre os provedores brasileiros

Falar da liderança de Colocation, proporcionando conectividade, escalabilidade e disponibilidade para seus clientes. Ou seja, muito além do espaço e da infraestrutura, a Ascenty oferece todo um portfólio de serviços complementares que potencializam sua conectividade.

Assim, sua empresa mergulha de vez na era do cloud computing e dá passos largos em direção à transformação digital. O resultado? O que muitos de nossos clientes relatam: redução de custos, melhoria na produtividade e um boom em diferenciais competitivos.

E na sua empresa, sente que ainda falta algo para que o trabalho remoto flua verdadeiramente e para que os resultados cheguem? A Ascenty pode e quer ajudar.

Fale com um de nossos especialistas e entenda como as soluções Ascenty vão contribuir com seu negócio!

Como fica a questão da segurança de dados em tempos de Home Office?

Que tal ouvir o nosso conteúdo?

A transformação digital e a pandemia do novo Coronavírus (Covid-19) foram dois fatores primordiais para as corporações apostarem no home office. Um dos motivos é que o trabalho remoto se tornou uma melhor alternativa para manter os serviços dentro das expectativas do público-alvo. Contudo, esse cenário exige também um grande cuidado com a segurança de dados.

Em virtude da nova conjuntura, hackers consideram o home office uma oportunidade para invadir redes corporativas e aplicar golpes, como phishing, ransomware, entre outros. Para se ter uma ideia da gravidade da situação, um estudo da Kaspersky aponta que mais de 360 mil ameaças virtuais foram criadas por dia, em 2020.

Neste artigo, vamos apontar diversos fatores que devem ser analisados pelos gestores para elevar o nível de segurança da informação nas empresas. Confira!

A LGPD e a importância da Segurança de Dados

Em vigor desde setembro de 2020, a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) tem como principal característica a adoção de uma série de medidas para o setor público e a iniciativa privada terem um maior cuidado com o gerenciamento e a disponibilização de informações dos cidadãos.

Se uma organização, por exemplo, for responsável pelo vazamento de dados de indivíduos, é possível receber multas que podem chegar a R$ 50 milhões ou a 2% do faturamento bruto. Para evitar perdas financeiras e de imagens, as instituições precisam ter um maior foco na segurança de dados.

E isso exige um grande esforço não apenas da equipe de TI, mas também de dirigentes e dos demais colaboradores. Afinal, os hackers estão adotando soluções cada vez mais sofisticadas para aplicar golpes virtuais.

Além de conhecer as regras da LGPD, as companhias necessitam investir com qualidade em mecanismos que minimizem os riscos de roubos ou vazamento de informações. Do contrário, terão dificuldades para manter os serviços em um bom patamar.

Como aumentar a segurança de dados da sua empresa em tempos de home office

Há diversos procedimentos que podem ser adotados para minimizar os riscos de ameaças virtuais. Com a intenção de ajudar o seu negócio a ter mais sucesso com o trabalho remoto, vamos explicar algumas medidas úteis para combater as ações de hackers. Acompanhe!

Crie uma política de segurança em Home Office

Para uma empresa mostrar que tem uma grande preocupação com a segurança de dados, o primeiro passo é elaborar uma política com iniciativas voltadas para diminuir ao máximo os riscos de vazamentos e roubos de informações corporativas.

Essa política deve estar disponível para todos os colaboradores e deve conter orientações muito claras. Dessa forma, os funcionários, inclusive os que estão em home office, terão uma referência sobre como proceder para prevenir crimes digitais.   

Treine a sua equipe

Uma boa política de segurança de dados em home office precisa sair do papel. E isso apenas se torna viável quando os empregados são treinados para seguir as melhores práticas para evitar ações de cibercriminosos.

É necessário também haver um cronograma voltado para capacitações periódicas. Assim, os funcionários terão informações atualizadas, o que é muito importante para o ambiente de TI estar mais protegido.

Logicamente, é recomendado oferecer um conteúdo que esteja alinhado com a política de proteção de dados corporativa. Isso é imprescindível para os treinamentos alcançarem resultados dentro das expectativas.

Invista em tecnologia

Mesmo que os funcionários estejam bem conscientes do que fazer para minimizar os riscos de perda de dados, é crucial haver um investimento estratégico em tecnologia. Essa atividade colabora, de forma significativa, para os sistemas corporativos alcançarem um elevado nível de proteção.

Por isso, é indicado contar com firewalls, antivírus e outros mecanismos que dificultem as ações de cibercriminosos. Se não houver um foco em investimentos em segurança da informação, uma empresa terá mais riscos de sofrer ataques virtuais, que podem provocar prejuízos financeiros e de imagem.

Forneça bons antivírus

Ter funcionários treinados e investir em soluções de TI são passos vitais para aumentar a segurança de dados. Contudo, é fundamental contar com recursos que proporcionem excelentes resultados contra as tentativas de roubos de informações institucionais.

Para reduzir as probabilidades de uma companhia ser vítima de cibercriminosos, uma boa alternativa é disponibilizar antivírus de última geração para os funcionários. Também é relevante que esse recurso seja de ótima qualidade e proporcione menos riscos para os que atuam em home office.    

Invista em soluções cloud

A computação em nuvem é uma tecnologia cada vez mais utilizada pelas corporações. Um dos motivos é que apresenta uma boa performance na segurança de dados. Por questões estruturais e financeiras, muitas empresas têm optado por terceirizar os investimentos em infraestrutura de TI.

Essa prática viabiliza não apenas a redução de custos com equipamentos e mão de obra, mas também ajuda a contar com mecanismos mais eficientes contra as ameaças virtuais. Esses benefícios, sem dúvida, mostram como é válido pensar em opções que tornem a TI mais estratégica na conjuntura atual.

Conte com soluções de Backup na nuvem

Quanto mais alternativas uma empresa tiver para preservar os dados, menores são os riscos de ficar refém de hackers. Atualmente, o ransomware é um dos cibercrimes mais temidos no momento, porque exige o pagamento de resgate para as vítimas terem as informações de volta.

Com a prática de backup na nuvem, uma companhia reduz consideravelmente as possibilidades de ser vítima dessa ameaça cibernética. Por isso, é recomendado analisar, com bastante atenção, o uso de soluções que permitam criação de cópias de segurança na nuvem.

Mantenha o sistema operacional dos colaboradores sempre atualizado

O avanço tecnológico ocupa uma posição de destaque no mundo corporativo e isso se reflete na necessidade de modernizar os sistemas operacionais no ambiente de trabalho. Além de contar com novas ferramentas para melhorar a qualidade dos serviços, atualizar um software é primordial para elevar a segurança de dados.

Um sistema desatualizado pode conter diversas vulnerabilidades que podem ser exploradas facilmente por hackers. Em virtude disso, é indicado que as empresas trabalhem apenas com sistemas periodicamente atualizados.

Saiba como a Ascenty pode ajudar com a segurança de Dados da sua empresa

Com diversas soluções relacionadas com a computação em nuvem e ao segmento de Data Centers, a Ascenty é uma companhia qualificada para oferecer ao público-alvo serviços de TI que se destacam pela grande capacidade de proteger as informações corporativas.

Além de contar com profissionais competentes e experientes, a Ascenty conhece as melhores práticas para garantir uma maior segurança de dados para o seu negócio. Inegavelmente, contar com um suporte qualificado faz toda a diferença para minimizar os riscos de uma companhia ser vítima de ataques virtuais.

Se deseja elevar o nível de proteção dos dados corporativos, entre em contato conosco agora mesmo. Estamos à disposição para ajudar a sua marca a conquistar mais respeito e credibilidade perante os stakeholders! 

Trabalho Remoto x Home Office: entenda as diferenças desses modelos e como a Ascenty pode auxiliá-lo

Que tal ouvir o nosso conteúdo?

Conforme as empresas transformam suas operações, descentralizando as atividades para garantir a produtividade dos funcionários, elas se veem diante de uma enxurrada de ferramentas. Mas para garantir que a sua operação continue produtiva, é preciso entender as diferenças entre trabalho remoto x home office.

Você sabia que são conceitos diferentes?

E essas diferenças podem causar grande impacto nas ferramentas que seu time utiliza, bem como no modelo de trabalho da equipe.

Por conta da pandemia do Covid-19, o crescimento do home office foi realmente espantoso: dados da Agência Brasil mostram que, ao menos 46% das empresas aderiram à modalidade.

Porém, nesse momento, várias empresas também aderiram ao trabalho remoto.

De forma popular, trabalho remoto x home office são considerados quase como sinônimos. E em termos teóricos podem até ser — mas na prática, são modelos de operação com algumas diferenças importantes de conceitos.

Por isso, conhecê-los é essencial para compreender o novo mundo em que seu negócio está inserido. Além disso, pode ajudar você a encontrar as melhores soluções para potencializar o trabalho de todos, sejam em trabalho remoto ou home office.

Que tal aprender mais sobre o tema? Continue a leitura do conteúdo!

Como funciona o Trabalho Remoto

O trabalho remoto é uma forma mais pragmática de enxergar uma operação descentralizada. Conceitualmente, o trabalho remoto é equivalente ao modelo que você ou qualquer pessoa adota quando quer “evitar” o escritório.

É o que acontece quando o profissional opta por ficar em casa, simplesmente porque não quer enfrentar o trânsito ou está buscando focar em um projeto importante e não quer que o fluxo de colegas e conversas desvie seu foco.

Significa que o profissional leva o notebook para casa e trabalha de qualquer lugar, seja da cama, no escritório pessoal ou na mesa da cozinha.

Em geral, o trabalho remoto representa uma mudança significativa em relação à rotina convencional, impactando no seu ritmo normal de produtividade – por isso, pode ser muito bom!

É eficaz principalmente porque é diferente do comum.

Nesse modelo, a estrutura do escritório ainda se mantém centralizada, mas os colegas de equipe e as demais pessoas que lá trabalham ajustam sua rotina de acordo com sua ausência.

Para você ter uma noção, o trabalho remoto é tanto quando você tira um dia ou dois para ficar trabalhando em casa — longe do escritório, como quando opta, de forma pontual, por levar o notebook a um café e trabalhar de lá, por exemplo.

Como funciona o Home Office

Já o Home Office é quando você trabalha remotamente, mas apenas em casa. Ou seja, nesse modelo o seu escritório é realmente em casa e todo seu trabalho é centralizado ali — com auxílio de ferramentas que integrem pessoas e processos, claro.

E claro, o home office não é apenas para funcionários 100% remotos, o modelo também pode servir para pessoas que desejam alguns dias longe do escritório apenas para se concentrar em tarefas importantes. Nesse caso, falamos de um maior período.

O Home Office geralmente representa uma mudança significativa de ritmo de trabalho, o que pode ser bom para muitas pessoas. Significa que, provavelmente, o profissional terá uma agenda mais flexível, podendo trabalhar na hora que melhor produzir.

Nesse cenário, o home office também vai requerer mais ajustes do que o trabalho remoto e o trabalho em um coworking. Afinal, é necessário não apenas criar um espaço de produtividade, mas também criar limites claros entre o trabalho e a vida pessoal.

Trabalho Remoto x Home Office: os benefícios que eles trazem para a sua empresa

De qualquer modo, é inegável que os novos modelos de trabalho trouxeram diferentes impactos para as empresas. Em geral, apesar da inexperiência para a maioria das empresas, foram positivos — e é por isso que as organizações pretendem continuar testando e implementando o trabalho remoto e o home office.

Que tal revisitar alguns desses benefícios? Explicamos abaixo:

Redução de custos

Ao migrar sua operação para algum dos modelos remotos, você reduz os custos com manutenção e operação do escritório. Assim, as contas de luz, água e limpeza (entre outras) caem drasticamente, contribuindo com o fluxo de caixa.

Mais produtividade dos colaboradores

O trabalho remoto e o home office, apesar das diferenças, proporcionam maior liberdade aos funcionários. Sem o ambiente e a pressão, que muitas vezes pode afetá-los, eles se sentem mais livres para focarem nas tarefas e produzir.

Além disso, a falta de estresses diários, como o deslocamento até o escritório, também contribui para uma melhor produtividade.

Mais flexibilidade

A ideia de trabalhar em casa sempre trouxe um senso de flexibilidade, pela possibilidade do funcionário melhor se adequar à rotina dentro de seu espaço pessoal.

Sabemos que há diferenças significativas entre os modelos de trabalho, mas em geral, ambos contribuem para que o funcionário tenha mais flexibilidade em seu dia a dia.

Mais autonomia para o time

O trabalho remoto ou home office contribui para que o time produza mais e melhor.  O desafio aqui é realizar a microgestão das execuções — o que pode ser resolvido com uso de ferramentas adequadas e alto nível de conectividade.

Sem o contato direto com colegas e mesmo com a chefia, os times possuem mais tempo para focar nas suas entregas, dando mais autonomia para suas tarefas.

Permite gerenciar o time à distância

Quando falamos em ferramentas adequadas e alto nível de conectividade, falávamos de recursos que possibilitem uma eficaz gestão à distância.

A boa notícia é que plataformas não faltam. Há uma infinidade de ferramentas que facilitam o gerenciamento de cada funcionário, do seu nível de entrega e do tempo despendido em cada tarefa.

São dados que podem ser centralizados em seu sistema de gestão, como ERP, possibilitando que os gestores mantenham um olho atento à produtividade do colaborador.

Assim, é mais fácil realizar ajustes, dividir tarefas e controlar o nível de entrega de cada membro do time.

Como a Ascenty pode garantir ambos os modelos

Um assunto muito sério quando se fala em trabalho remoto x home office é o nível de conectividade e a robustez da infraestrutura de dados das empresas. Afinal, uma coisa é a flexibilidade que os funcionários terão ao trabalhar de casa, mas a outra é contar com a estrutura corporativa para favorecer esse novo modelo.

Na sua empresa, a infraestrutura de dados dá conta de uma operação tão descentralizada, de forma que todos possam acessar os recursos da empresa de forma remota?

Além disso, como é o nível de conectividade da organização? Afinal, a troca de informações e tráfego com outras empresas ainda existe, bem como o uso de serviços variados.

São questões como essas que precisam de respostas.

E todas elas você encontra na Ascenty, empresa líder em Data Center no Brasil e com uma das maiores infraestruturas de dados e de conectividade para empresas da América do Sul.

Para auxiliar sua organização na implementação de um novo modelo de trabalho, é necessário repensar de forma profissional toda sua estrutura e infraestrutura.

E é exatamente o que a Ascenty faz, com serviços completos que vão contribuir para melhorar seu tráfego de dados, com data centers robustos e toda gama de serviços do Ecossistema de Conectividade.

Que tal entender mais sobre as soluções da Ascenty para melhorar o nível de entrega, a segurança e a conexão da sua empresa, seja para o trabalho remoto como o home office? Converse conosco!

Já ouviu falar sobre o conceito BYOD? Saiba mais

Que tal ouvir o nosso conteúdo?

A pandemia do Coronavírus (Covid-19) provocou mudanças significativas no mercado de trabalho no Brasil e no mundo. Muitas empresas passaram a adotar o home office como regra para evitar quedas acentuadas de produtividade e preservar a saúde dos empregados. Esse cenário também consolidou o conceito de BYOD – Bring Your Own Device.

Isso fez com que os colaboradores passassem a utilizar os dispositivos pessoais para resolver demandas profissionais. Um dos aspectos positivos dessa mudança abrange a questão da mobilidade corporativa, que permite aos colaboradores executar as tarefas com mais eficiência.

Neste artigo, vamos destacar como o BYOD está sendo empregado, com o intuito de ajudar você a seguir essa nova tendência de forma correta e prática. Confira!

BYOD: o que é?

Essa ação consiste no uso de aparelhos eletrônicos individuais (notebooks, tablets, smartphones etc.) para a realização de diversas atividades profissionais, como reuniões, prospecção de clientes, entre outras tarefas corporativas.

O conceito surgiu no final da primeira década deste século e foi rapidamente incorporado por empresas de diversos segmentos. Um dos motivos é que essa ação ajuda não apenas a reduzir gastos com equipamentos, mas também propicia aos funcionários mais liberdade no dia a dia.

Dependendo da situação, os dispositivos usados pelos colaboradores apresentam um rendimento melhor do que os fornecidos pela empresa. Esse é um fator que tornou essa prática muito atraente para o mundo corporativo. Afinal, aliar produtividade com comodidade e diminuição de despesas não é uma tarefa simples. 

As vantagens que a adoção do BYOD traz ao seu negócio

Há muitos benefícios em se investir no BYOD em curto prazo. Com o objetivo de tornar isso mais visível para você, vamos especificar as principais vantagens de adotar essa prática no mundo corporativo. Acompanhe!

Traz mais mobilidade

Com a expansão das redes sem fio e do mercado de dispositivos móveis, uma empresa não pode ficar restrita ao próprio escritório para interagir com o público-alvo. Afinal, é preciso oferecer respostas cada vez mais rápidas para os consumidores. Do contrário, o risco de perder espaço para os concorrentes é enorme.

Essa conjuntura criou um ambiente favorável para o BYOD, porque esse conceito se pauta principalmente pela mobilidade, que propicia aos colaboradores resolverem as demandas de forma mais prática, caso contem com equipamentos conectados à internet.

Em um mundo cada vez mais tecnológico, é muito ruim quando um cliente ouve de um funcionário que não pode resolver uma situação no momento, porque ele não está na sede da empresa, por exemplo. Com mais mobilidade corporativa, esse problema se torna apenas uma lembrança do passado.

Resulta em colaboradores mais satisfeitos

À medida que uma empresa proporciona mais liberdade para os funcionários executarem as demandas, maiores são as possibilidades de eles estarem mais satisfeitos com o modelo de trabalho adotado.

Isso é fundamental para haver um maior engajamento com os valores e as metas organizacionais. Esse cenário é mais um aspecto que justifica as corporações considerarem o BYOD uma excelente prática.

Contar com profissionais mais dispostos e felizes não é uma missão simples, mas a flexibilidade para executar as tarefas contribui bastante para a equipe estar mais envolvida com os objetivos da empresa.

O bem-estar dos funcionários não pode ser ignorado em hipótese alguma pelos gestores. A qualidade de vida tem um grande impacto na performance dos colaboradores e no rendimento corporativo.

Aumenta a produtividade 

Já pensou se um colaborador da sua empresa não puder encaminhar um orçamento para o cliente, por não ter acesso à rede corporativa em casa? Sem dúvida, é uma situação que atrapalha o rendimento da equipe e deixa, em muitos casos, o cliente em potencial frustrado.

Com o BYOD e a computação em nuvem a favor do seu negócio, essa situação será apenas uma lembrança de um passado distante. Inegavelmente, apostar na tecnologia é o melhor caminho para a sua equipe ser mais dinâmica e produtiva.

Resolver as demandas de forma prática e ágil é essencial para uma empresa ser reconhecida pelo público-alvo por ser capaz de disponibilizar serviços de alto nível. Esse fator mostra como é importante dar liberdade para os funcionários adotarem dispositivos pessoais na rotina profissional.

Resulta em economia para a empresa 

Em um cenário de escassez de recursos financeiros, encontrar alternativas para economizar e manter o padrão de qualidade dos trabalhos é uma questão de sobrevivência. Por isso, muitas companhias estão adotando o BYOD para diminuir despesas com equipamentos eletrônicos.

Dessa forma, é possível economizar com a aquisição e a manutenção de dispositivos. Além disso, a empresa reduz o risco de comprar itens que podem não corresponder às expectativas dos empregados.

À medida que uma corporação tem um orçamento menos comprometido com demandas de cunho operacional, maiores são as possibilidades de investir em ações estratégicas e controles que vão ajudar a marca a alcançar resultados mais expressivos.

Como fica a questão de segurança com a adoção do BYOD?

É muito bom proporcionar mais mobilidade aos funcionários e elevar a produtividade. Por outro lado, a utilização do BYOD deve ser pautada em um aspecto cada vez mais relevante na conjuntura atual: a segurança da informação.

O vazamento ou o roubo de informações provoca sérios prejuízos financeiros e de imagem. Com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), estão previstas multas que podem ser de R$ 50 milhões ou chegar a até 2% do faturamento bruto anual de uma empresa.

Assim, é crucial que uma empresa adote uma série de procedimentos para minimizar os riscos. Um deles é contar com sistemas atualizados. Outra medida relevante é conscientizar os empregados sobre boas práticas de segurança, como não clicar em links suspeitos, não fazer o download de programas de origem duvidosa e utilizar antivírus recomendados pela companhia.

Também é fundamental que a empresa conte com um provedor de computação na nuvem que adote procedimentos que minimizem os riscos de incidentes de segurança. Dessa forma, torna-se mais simples a adoção do BYOD, o que é crucial para essa iniciativa oferecer bons resultados em curto prazo.

É muito importante que haja bastante critério na escolha do fornecedor de cloud computing. Uma opção equivocada pode gerar problemas que dificilmente serão resolvidos de maneira rápida.

Se pretende implantar ou expandir o BYOD de forma estratégica, agende uma reunião conosco agora mesmo. Com certeza, temos as melhores soluções de conectividade, interconexão e Data Center para permitir que seu negócio tenha aderência aos mais altos padrões do mercado global.!

Gerente de Data Center Operation Center

Para fazer parte do nosso DNA, como Gerente de Data Center Operation Center, você precisa ter:

  • Vaga: Gerente de Data Center Operation Center
  • Quantidade: 01
  • Escolaridade: Superior completo em Administração ou área correlatas; Desejável Pós Graduação ou MBA
  • Idiomas: Desejável Inglês e Espanhol avançado
  • Local de Trabalho: Vinhedo
  • Sigla: GerDCOC

Principais Atividades:

  • Coordenar e liderar a equipe de monitoramento 24×7, no acompanhamento das tratativas de alarmes e incidentes via sistemas de BMS, VMS, PSIM.
  • Elaborar e desenhar os processos voltados ao Operation Center e internalização de novos serviços.
  • Manter controle das tarefas executadas, checklists diários, geração e controle de indicadores operacionais; Garantir que métricas de atendimento (SLAs e SLOs) sejam cumpridas.
  • Coordenar e acompanhar a rotina operacional (atividades, incidentes, requisições, mudanças).
  • Garantir a execução com qualidade do monitoramento, configuração de sistemas, criação de alarmes e verificação de logs e gravação, além de aderência de procedimentos.
  • Participar em reuniões com clientes internos.
  • Atuação na gerência de problemas decorrentes dos Alarmes, escalonamento de situações e focal point dos sites.
  • Gerenciar os programas e processos de Certificação da área de Monitoramento.

Experiência anterior:

  • Conhecimentos em ambiente de missão crítica/Data Center.
  • Conhecimentos avançados em monitoramento de alarmes e reposta a incidentes.
  • Conhecimentos em sistemas de BMS, VMS e PSIM como Elipse, Victor, Ccure 9000, ExaqVision, Avigilon.
  • Habilidades com Leitura e interpretação de diagramas elétricos, mecânicos, automação predial, CFTV e SCA.
  • Capacidade de planejamento.
  • Capacidade de administração do tempo.
  • Capacidade analítica de indicadores e KPI.
  • Vivência na atividade de Ciclo PDCA.
  • Experiência em ambientes de missão crítica.
  • Experiência em gestão de infraestrutura de Data Center.
  • Experiência em atividades como resposta a incidentes, analise de vulnerabilidades, Pentest, incidentes de infraestrutra/engenharia e segurança.
  • Bons conhecimentos em informática, pacote office.

Seaborn fornece conectividade internacional de alta capacidade para Data Centers da Ascenty no Brasil

A Seaborn Networks (“Seaborn”), uma desenvolvedora-proprietária-operadora líder de sistemas de cabos de fibra óptica submarinos e a Ascenty, o maior data center e provedor de serviços de conectividade da América Latina, anunciam hoje que a Seaborn, a mais confiável rede de fibra internacional, está conectando os data centers de São Paulo e Vinhedo da Ascenty no Brasil aos Estados Unidos.

“Nossos clientes dos Data Centers de São Paulo e Vinhedo exigem interconexão de baixa latência e alta capacidade entre suas operações de data center e a América do Norte”, afirma Marcos Siqueira, Vice-Presidente de Operações da Ascenty. “A Seaborn está entregando nosso ecossistema de conectividade. Estamos entusiasmados porque sabemos que a Seaborn nos oferece uma rede de transporte IP e acesso contínuo e robusto para os “internet exchanges”, que são estratégicos para nossos clientes, que dependem de tráfego internacional.”

A Ascenty está conectada ao cabo submarino Seabras-1 da Seaborn, que oferece um POP de latência mais baixa do que qualquer outro sistema atual, o que é uma vantagem competitiva para seus clientes. Esta parceria está conectando mais de 350 clientes em data centers da Ascenty, que atendem provedores de conteúdo, e-commerce, empresas de processamento de nuvem pública e corporações nos setores financeiros.

“Reconhecemos a necessidade crítica de que os serviços corporativos tenham conectividade de alta capacidade, resiliência e de baixa latência. Nossa rede foi construída com isso em mente, fornecendo capacidade de alta disponibilidade para clientes com necessidades de largura de banda e em constante mudança”, comenta Michel Marcelino, Vice-Presidente sênior e chefe para a América Latina da Seaborn. “Expandir nossos serviços para os Data Centers da Ascenty propiciam aos seus clientes acesso à nossa rede IP, líder da indústria, oferecendo conectividade local e global consistente, através do nosso cabo submarino.”

Sobre a Seaborn

A Seaborn é uma desenvolvedora-proprietária-operadora líder de sistemas de cabos de fibra óptica submarinos, que atende às necessidades de comunicações globais nas Américas, incluindo os cabos Seabras-1 e AMX-1 entre o Brasil e os EUA. O cabo Seabras-1 é o único sistema POP a POP direto entre a área metropolitana de São Paulo e New York, oferecendo a rota mais direta e de baixa latência entre a bolsa B3 em São Paulo e as bolsas de valores de New Jersey. A entrega e o desempenho de serviços líderes da indústria da Seaborn, combinados com nossas ofertas de serviços IP e Ethernet, ampliam nossa abordagem voltada para soluções e o compromisso de sempre superar às expectativas de serviços de nossos

clientes. Para obter mais informações, visite www.seabornnetworks.com e siga-nos no LinkedIn.

Contato de mídia:

Naaz Bax, Head of Marketing

[email protected]

Sobre a Ascenty

A Ascenty, empresa Digital Realty e Brookfield, é a maior provedora de serviços de conectividade e data center da América Latina, gerenciando atualmente 27 data centers em operação e / ou construção no Brasil, Chile e México, interligados por 5.000 km de rede própria de fibra óptica. A empresa foi fundada em 2010, constrói e opera data centers de classe mundial, atendendo os maiores provedores de nuvem e tecnologia do mundo, bem como outros clientes nos setores de finanças, varejo, indústria, saúde e serviços. Para garantir a sua expansão, a Ascenty é apoiada por seus acionistas que incluem Brookfield Infrastructure Partners, uma empresa canadense de gestão de ativos e Digital Realty, o maior provedor de data centers do mundo, com 280 data centers localizados na América do Norte, Europa, América Latina, Ásia e Austrália. Para saber mais sobre o Ascenty, acesse: http://www.ascenty.com/

Contatos de mídia:

Advice Comunicação Corporativa

Alexandre Lyra | [email protected] | +55 11 99265-5036

Fernanda Dabori | [email protected] | +55 11 99211-5097

+55 11 5102-5252 | +55 11 5102-5257

Edge Computing: entenda mais essa tendência

Que tal ouvir o nosso conteúdo?

Edge Computing é uma tecnologia com capacidade de revolucionar vários processos. Entenda tudo sobre essa tendência e como ela pode auxiliar sua empresa!

Em um mundo de tendências e inovações,  Edge Computing surge como uma proposta diferente e curiosa de tecnologia. Conceito próximo da Internet das Coisas (IoT) e “primo” da computação na nuvem, ele tem muito a agregar para as empresas.

No entanto, ainda pouco se sabe da Edge Computing: o que é, como funciona e quais empresas podem aproveitar o seu potencial? Essas são questões pertinentes, cujas respostas você conhecerá neste conteúdo.

E então, preparado para essa jornada de conhecimento? Basta seguir a leitura para continuar aprendendo! 

Edge Computing: o que é?

Edge Computing é o conceito que diz respeito a uma abordagem descentralizada de computação. Uma tecnologia que visa unificar os processos de geração, armazenamento e processamento de dados, efetuados de forma local.

Assim, em vez de um dispositivo gerar dados e enviar à nuvem (ao data center) para processamento, ele realiza esse processo localmente, ou ao menos, realiza o processamento o mais próximo possível do local de geração dos dados.

Para você ter ideia de como a tecnologia é promissora, é esperado que o modelo de Edge Computing atinja um valor de mercado de mais de US$ 43 bilhões até 2027, de acordo com o Grand View Research.

Esse otimismo tem motivos: O Edge Computing representa uma verdadeira transformação na forma de se lidar com os dados.

A tecnologia tem como pilar a necessidade de resolver os problemas de conectividade de dispositivos. Assim, os dispositivos dotados com essa capacidade de processamento não precisam enviar os dados por longas distâncias para serem armazenados ou processados.

Isso reduz a necessidade de banda de internet, o que pode diminuir os custos (especialmente em grandes infraestruturas, como indústrias ou plantas fabris). Por fim, o Edge Computing é um dos remédios mais eficazes para o problema de alta latência.

Sem a necessidade de processar os dados por longas distâncias, é possível usufruir de uma rede mais estável, próxima e rápida — enquanto os dispositivos se encarregam da tarefa operacional de lidar com os dados.

Como o Edge Computing funciona

E para alcançar esses benefícios, como o Edge Computing atua? Bom, se você já é familiarizado com o conceito, deve ter compreendido, mas nós vamos aprofundar a explicação.

Pense o seguinte: com a computação em nuvem, toda a integração de dispositivos e informações se tornou mais fácil, certo? A tecnologia serve de base — infraestrutura, plataforma ou serviço — para as atividades da sua empresa, especialmente as relacionadas com ferramentas digitais.

Assim, seu negócio gera dados através das tarefas diárias, que são então enviados para armazenamento na nuvem. Lá, eles são processados.

Todas as atividades que requerem essa operação, como a criação de um relatório de BI, precisam passar por essa jornada. O grande “problema” desse método é que ele gera um alto consumo e custo de banda de internet. São incontáveis os processamentos por minuto — muitas vezes em uma mesma empresa, o que complica seu tráfego de dados.

De forma prática, isso implica em alta latência, o que diminui a velocidade da sua entrega ou recebimento das informações. Além disso, o processamento implica em uma maior carga para o seu data center contratado.

O conceito de Edge Computing funciona, portanto, como uma forma de reduzir essa carga. Os dispositivos dotados com essa tecnologia atuam na borda das redes (daí o nome “Edge” Computing), realizando a geração, armazenamento e processamento dos dados.

Ou seja, as informações não precisam viajar do dispositivo ou servidor para o data center. O objetivo da computação de borda é justamente aproximar o processamento dos dados da sua origem. Assim, agiliza toda a operação — independente do que for, desde que digital.

Um exemplo são os dispositivos de reconhecimento facial em portas de estabelecimentos, ou mesmo câmeras de segurança.

E como a cloud computing se relaciona com Edge computing?

Apesar de soar como o fim da computação em nuvem, o Edge Computing pode ser encarado como um natural próximo passo da tecnologia — e um complemento. Isso porque os dispositivos na borda ainda interagem com a nuvem centralizada.

Assim mesmo: em geral, eles enviam dados para o data center (como backups), mas mantém para si as informações mais importantes, bem como se encarregam da computação dos dados.

Além disso, com o Edge Computing, a carga nos grandes data centers pode reduzir bastante, o que vai permitir um reajuste. Por que grandes? Bom, o Edge Computing não será exclusividade dos dispositivos. 

Há possibilidade de utilizar os chamados “micros data center”, que vão desempenhar os processos de forma local — e mais eficiente.

Não à toa, um estudo previu que seu valor pode chegar a até US$ 15 bilhões até 2025. Outro benefício é que, como os dados são processados localmente, você não precisa ocupar sua banda com essa operação — ou seja, sua conexão pode melhorar!

Para quem o Edge Computing é indicado?

A bem da verdade, todo potencial do Edge Computing ainda há de ser explorado. Com as possibilidades do 5G, sua aplicação com certeza será expandida a níveis nunca imaginados.

Além disso, é uma tecnologia ideal para a consolidação da Internet das Coisas (IoT).

No caso dos segmentos nos quais pode ser aplicada, o Edge Computing de cara se destaca nos seguintes mercados (e alguns exemplos para ilustrar):

  • Indústria: Aplicação em dispositivos inteligentes que monitoram o chão de fábrica.
  • Comércio: Perfeito para gestão comercial, o Edge Computing pode auxiliar no controle de estoque e de segurança dos ambientes.
  • Mercado Financeiro: Aplicação em soluções de pagamentos e investimentos financeiros, reforçando a segurança de cada transação.
  • Área Médica e Hospitalar: Com uma exigência enorme por disponibilidade, as soluções digitais podem se aproveitar da tecnologia para ganhar mais eficiência.

O Edge Computing é um passo natural para a consolidação da Transformação Digital, pois dá mais poder de processamento aos dispositivos. Dessa forma, incorpora o potencial de toda rede, tornando os processos mais ágeis e autônomos. Sem dúvidas, é uma tecnologia revolucionária — e que ainda vai evoluir muito.

Se a sua empresa possui algum plano para sua utilização, ou quer entender como  Edge Computing pode ajudar o seu negócio, venha falar com a Ascenty!

Dona da maior infraestrutura de Data Centers da América Latina (22 em operação e construção), a empresa tem o que é necessário para garantir alta conectividade e capacidade de processamento para as suas necessidades.

Não por menos, a Ascenty atende a empresas de todos os tipos: das menores aos principais players de tecnologia do mundo.

Agende uma reunião com um dos especialistas da Ascenty para saber mais!